quinta-feira, 25 de junho de 2020

Dia do Imigrante

Nosso respeito aos homens, mulheres e crianças que desembarcam no Brasil para construir com mãos calejadas esta nação de tantas etnias, sotaques e culturas que compõem o maravilhoso mosaico da nossa Pátria colorida. Que a lembrança do sofrimento nunca apague o sorriso no rosto de quem conquistou uma vida com suor. E que a esperança seja chama acesa nos corações de seus descendentes.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Plenário


Dia Estadual do Nikkei reconhece a contribuição do povo japonês ao desenvolvimento do Rio Grande do Sul

Instituição da data atende solicitação da comunidade de imigrantes japoneses do RS


A Assembleia Legislativa aprovou, nesta quarta-feira (24), o projeto de lei nº 311/2019, de autoria do deputado Sergio Peres (Republicanos) que institui, no Rio Grande do Sul, o Dia Estadual do Nikkei, a ser celebrado anualmente no dia 20 de junho.

A expressão nikkei significa descendentes nascidos fora do Japão, japoneses que vivem no exterior ou, ainda, simpatizantes da cultura japonesa. Estima-se que existam, aproximadamente, 3,8 milhões de nikkeis no mundo, a maioria deles no Brasil, que registra 1,9 milhões. No Rio Grande do Sul, são 1,2 mil pessoas com nacionalidade japonesa. Se somados os descendentes japoneses, o número chega a 4 mil, sem considerar a população miscigenada entre brasileiros e japoneses. (Fonte: Câmara Junior Brasil-Japão / JCI)

A escolha do 20 de junho acompanha a legislação sobre as datas, nacional e internacional, criadas para valorizar a cultura e reconhecer as contribuições do povo japonês. A imigração japonesa no Rio Grande do Sul, iniciada com o desembarque de 23 jovens japoneses no porto de Rio Grande, no dia 20 de agosto de 1956.


De acordo com o autor, o objetivo da proposição é reconhecer a contribuição do povo japonês ao desenvolvimento social, econômico, e cultural do Rio Grande do Sul, dando visibilidade aos valores nikkei, à gastronomia, às expressões artísticas, à tecnologia, à metodologia na produção de frutas, flores e hortaliças, ao artesanato típico, além das artes marciais.


É indiscutível a relevância da contribuição dos japoneses na formação, crescimento e aperfeiçoamento de diversas áreas onde eles colocam a sua alegria, o seu conhecimento, os seus princípios e a sua responsabilidade com o coletivo”, reconhece Sergio Peres. Segundo o texto da matéria, a data proposta também deverá permitir a divulgação da história e das conquistas japonesas no estado, a fim de resgatar e transmitir esse legado social e cultural para as próximas gerações.

Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 | Assembleia Legislativa



Cidadana e Direitos Humanos

Ex-deputado Antenor Ferrari apresenta relato 
sobre a criação da CCDH há 40 anos



Para resgatar a memória e os princípios que orientaram a criação da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia há quatro décadas, o presidente do colegiado, deputado Sergio Peres (Republicanos), ouviu hoje (24) o depoimento virtual do ex-deputado Antenor Ferrari, responsável pelas articulações que resultaram na criação da comissão em 25 de junho de 1980. No relato, ele registrou o desaparecimento de fitas cassetes gravadas junto à CCDH com o testemunho de familiares e vítimas de atos violentos praticados pelos agentes da ditadura militar, material que Peres tentará recuperar através de solicitações legais na Assembleia para resgatar essa memória.

Impedidos pela pandemia de promover as homenagens presenciais, os deputados da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos convidaram o primeiro presidente, deputado Antenor Ferrari, para participar da reunião virtual desta quarta-feira (24), como registro simbólico do ato de fundação da comissão surgida na Resolução nº 1.817, com a missão de assegurar a cidadania e a afirmação dos direitos civis e políticos. Instalada na esteira da abertura democrática, logo após a promulgação da Lei da Anistia, a CCDH nasceu do compromisso de parlamentares gaúchos com a democracia, que criaram a primeira Comissão de Direitos Humanos do País, em âmbito legislativo, e uma das mais antigas entidades públicas a atuar nesta área.


Durante o espaço de Assuntos Gerais, o presidente da comissão, deputado Sergio Peres, fez a apresentação do homenageado, o ex-deputado Antenor Ferrari, destacando o exemplo de atuação parlamentar e a determinação em promover ações pelo direito das minorias e contra o abuso econômico e de autoridade. Mostrou a rotina atual da comissão, no atendimento das demandas sociais, como as ações de despejo em moradias populares e os abusos de raça ou ideologia de gênero, que é quando a CCDH cumpre sua função de assegurar os direitos de todos. Elogiou a bravura de Ferrari no enfrentamento da ditadura, “se hoje temos abuso de autoridade e ameaças, imagina como não seria há 40 anos”.

A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos surgiu na esteira da ação do Movimento de Justiça e Direitos Humanos no episódio do sequestro dos uruguaios Lilian Celiberti e Universindo Diaz, no final da década de 70, depois da atuação da Assembleia na CPI instalada para investigar o caso, que evidenciou na parceria das polícias brasileira e uruguaia o perfil do Plano Condor na América do Sul. A sigla acolhia, além dos Direitos Humanos, Meio Ambiente, Segurança Social e Defesa do Consumidor, informou o ex-deputado, que trabalhava com outros dois deputados, Américo Copetti, também do MDB, e Pedro Américo Leal, da Arena. Estava em vigência o bipartidarismo e só atuavam essas duas legendas.

Estratégias contra a censura

Com Copetti, Ferrari ajudou a fundar o Movimento de Justiça e Direitos Humanos, liderada por Jair Krischke e vinculada à sociedade civil e dali surgiu também a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, a partir dos trabalhos da CPI instalada para apurar o sequestro dos uruguaios em conluio com a polícia gaúcha e do país vizinho. O MJDH fez a denúncia do sequestro e logo em seguida  foi instalada a CPI, “e depois surgiu ambiente para criar  a comissão permanente de Direitos Humanos na Assembleia”, contou, como necessidade para apurar também as sequelas deixadas pela ditadura militar brasileira, as mortes, presos políticos e desaparecimentos, “a CCDH seria instrumento para dar voz a estes setores”, explicou, referindo-se também à censura que impedia a imprensa de apurar as versões dos fatos relatados pelos perseguidos políticos. “A CCDH surgiu neste ambiente, da ditadura brasileira e também no Cone Sul”.


Para assegurar a instalação, o período de comando da Assembleia pelo MDB oportunizou aglutinar outras áreas, como meio ambiente, segurança social e defesa do consumidor aos direitos humanos. Mas a luta ambiental que surgiu no RS em função da contaminação por agrotóxicos nas águas do Guaíba e seus afluentes foi outra vertente inspiradora da CCDH, revelou Ferrari, que ampliou a mobilização dos ambientalistas pelo interior, através da sociedade civil e de entidades sindicais e federações de diversas áreas, numa ampla discussão que resultou na Lei dos Agrotóxicos, pioneira no RS e no país e uma das mais avançadas do mundo. A militância dos ambientalistas desmistificou a relação da indústria química, em especial a alemã, com os produtores agrícolas, as maiores vítimas de doenças degenerativas e câncer, e alcançou a consciência dos consumidores para evitar os produtos com agrotóxicos. Lamentou que o atual governo tenha liberado “de forma criminosa a produção agrícola sem restrições ambientais”.

Antenor Ferrari comentou que a imprensa censurada determinou uma dinâmica para a atuação da CCDH que adotou os depoimentos de familiares de presos políticos, de desaparecidos, torturados, “todos (depoimentos) abertos ao público e com a presença da imprensa”, resultando em centenas de fitas cassetes gravadas, que misteriosamente não estão mais disponíveis no acervo da CCDH, avisou. 

Outro episódio que ilustra a atuação da CCDH nesse período foi a visita à Ilha do Presídio, localizada entre Porto Alegre e Guaíba e onde estavam presos diversos líderes políticos, com o ex-deputado Carlos Araújo, então marido da ex-presidente Dilma Rousseff, o ex-deputado e ex-prefeito de Porto Alegre, Raul Pont, e outros prisioneiros políticos. Para a visita, a comissão não informou a polícia civil, como era obrigatório, e convocou a imprensa local e nacional, “já tínhamos legitimidade para algumas ações”, revelando o estratagema para escapar da censura que, mesmo naquele momento de reabertura política (início da década de 80), ainda preservava o controle das publicações. Um barco foi alugado e a comitiva chegou até a ilha, surpreendendo os militares que receberam o grupo com fuzis e baionetas, mas foram intimidados pela presença das câmeras de TV e os microfones das rádios, além da presença dos jornalistas que fizeram transmissões ao vivo. “A imprensa teve a oportunidade de descrever a vida dos presos políticos naquele ambiente”, comentou Ferrari, num dos exemplos citados para evidenciar a importância da CCDH “como instrumento público essencial para proteger os direitos dos cidadãos gaúchos”.

Ele relatou, ainda, a referência da CCDH para os perseguidos e exilados políticos que viviam no RS, que nas suas dependências realizavam reuniões e debates sobre o contexto político, além das conexões com o MJDH para assegurar deslocamentos desses grupos para a Europa, com apoio da Anistia Internacional. Ferrari contou que em sessão solene para homenagear a revolução de 64, tradicionalmente apenas comentada pelos deputados da Arena, que apoiava aquele regime político, numa ocasião resolveu fazer uso da palavra e da tribuna, no plenário lotado de militares de todas as patentes, foi lendo o nome de cada um dos desaparecidos políticos e cobrou a localização dos mesmos, se estavam vivos ou mortos. Imediatamente o plenário foi se esvaziando até não sobrar nenhum militar ouvindo o discurso. O ex-deputado, nessa época, vivia com permanente acompanhamento de seguranças e também sua família.

Nos dias de hoje

Ex-presidente da CCDH, o deputado Jeferson Fernandes (PT) destacou a orientação do colegiado, “nasceu para assegurar a cidadania e afirmação de direitos civis e políticos violados pelo arbítrio da ditadura”, resultado do “pioneirismo de parlamentares comprometidos com a democracia”. Trata-se da comissão que recebe maior número de demandas da sociedade civil e promove atendimento ao público, acolhendo as solicitações e denúncias, além de promover palestras e elaborar pareceres e visitas técnicas em órgãos públicos e privados, “apurando denúncias de violação de direitos, individuais ou coletivos, provenientes de todos o RS”, destacou. No âmbito legislativo, é comissão de mérito, aprecia e formula projetos, promovendo a articulação da sociedade com o poder público, definiu Fernandes, que na ação de despejo da ocupação Lanceiros Negros, no centro de Porto Alegre, em 2018, com forte aparato policial registrou excessos dos agentes da segurança contra o parlamentar. Pautada pela sociedade, a CCDH está desafiada, neste momento de retrocessos e crescente violação dos direitos humanos, a celebrar suas conquistas e reafirmar sua missão, afirmou Jeferson Fernandes.

A deputada Sofia Cavedon (PT) referiu os atos antirracistas que explodiram nos Estados Unidos, depois da morte de um negro em ação de policial branco, repercutindo em todo o mundo e também no Brasil, onde “estamos longe de assegurar os direitos humanos”, diante do genocídio de jovens negros. Também as mulheres sofrem restrições e violência em seus direitos, tanto que diretrizes recentes foram aprovadas na Assembleia, buscando alcançar mudanças culturais e comportamentais, apontou Cavedon, autora dessa matéria legislativa. Ela alerta também para os retrocessos nos direitos humanos no país, quando o presidente da República defende um torturador, o Coronel Ustra, e sua família contrata advogado que atua para que esse militar não pague os crimes cometidos contra o estado brasileiro, justamente o cenário que inspirou o início do trabalho da CCDH na Assembleia gaúcha.

Vice-presidente da comissão, o deputado Airton Lima (PL) sugeriu a criação de um acervo específico com a trajetória de Antenor Ferrari, como forma de preservar a sua memória e servir de referência para as próximas gerações, para que tomem conhecimento “do enfrentamento para chegar aos direitos humanos”.

Fonte: Agência de Notícias


Comissões


CCDH vai debater reflexos da pandemia na inovação social e dispensa de estagiários pelos governos


Na reunião desta quarta-feira (24), a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, presidida pelo deputado Sérgio Peres (Republicanos), aprovou três requerimentos, entre os quais a realização de duas audiências públicas para tratar da repercussão da pandemia na economia e oportunidades da inovação social e as rescisões dos contratos de estagiários e de menores aprendizes no setor público também neste período de vigência do novo coronavírus.

No período da Ordem do Dia, os deputados aprovaram os três requerimentos publicados, o parecer favorável do deputado Airton Lima (PL) ao PL 282/2019, do deputado Valdeci Oliveira (PT), que dispõe sobre o uso do nome afetivo nos cadastros das instituições escolares, de saúde, cultura e lazer, por crianças e adolescentes sob guarda provisória, no processo de adoção, e duas solicitações de audiências públicas para tratar dos impactos socioeconômicos da pandemia e as oportunidades da inovação social no RS, do deputado Tiago Simon (MDB), e as rescisões dos contratos de estagiários e de menores aprendizes no setor público do RS, iniciativa da deputada Luciana Genro (PSOL).

Sergio Peres informou aos deputados que a denúncia de ação de despejo de 13 famílias em Sapucaia do Sul, assunto debatido por solicitação da deputada Luciana Genro (PSOL) na última semana, foi suspensa pelo judiciário, depois do envio de ofício da CCDH com a solicitação de que essas ações sejam evitadas até o fim da pandemia.

Presenças

Da reunião desta quarta-feira (24) participaram os deputados Sergio Peres, presidente; Airton Lima (PL), vice-presidente; Gaúcho da Geral (PSD); Rodrigo Maroni (Podemos); e as deputadas Luciana Genro (PSOL), Sofia Cavedon (PT), e Kelly Moraes (PTB).

Fonte: Agência de Notícias AL/RS

terça-feira, 23 de junho de 2020

Acessibilidade


CCJ aprova 
Dia Estadual da Pessoa Surdocega

Projeto foi sugerido por representantes da comunidade cega e surdocega

Os deputados integrantes da Comissão de Constituição e Justiça aprovaram, nesta terça-feira (23), o parecer favorável ao projeto de lei 384/2019, de autoria do deputado Sergio Peres (Republicanos), que institui o Dia Estadual da Pessoa Surdocega, a ser celebrado anualmente em 12 de novembro.

Peres apresentou o projeto a partir de solicitação feita por representantes da comunidade surda e surdocega do Rio Grande do Sul, que estiveram no ano passado no gabinete do parlamentar apresentando essa e outras demandas relativas a políticas de acessibilidade.
A instituição da data, de acordo com o autor, tem a pretensão de chamar a atenção do poder público e da sociedade para esse segmento da população por meio da realização de campanhas educativas visando à prevenção de doenças causadoras da surdocegueira durante a gestação; da promoção de debates sobre políticas públicas voltadas à atenção integral à pessoa surdocega; do desenvolvimento de ações de coleta de dados e produção de conhecimento para atender as necessidades da população surdocega e suas famílias nas áreas da saúde, educação, lazer, segurança e inclusão social, além de informar os avanços técnico-científicos relacionados à educação e inclusão social da pessoa com surdocegueira.

Queremos fomentar atividades de integração com todos os setores da sociedade, para que conheçam, compreendam e se solidarizem com as pessoas surdocegas, combatendo qualquer forma de discriminação”, sustenta Peres. O republicano também projeta para a data ações de divulgação dos avanços técnico-científicos relacionados à educação e inclusão social da pessoa com surdocegueira.

A representante do Grupo Brasil Surdocego, Fernanda Falkoski, avalia que as dificuldades em promover políticas para o segmento começam no próprio mapeamento dessa população. "Hoje não temos o reconhecimento e a consciência da surdocegueira como uma condição única. O IBGE não a contempla no Censo, e muitas vezes ela é entendida como deficiência múltipla, o que dificulta o registro e se torna um empecilho para as ações de inclusão", observa a professora e intérprete.

No Rio Grande do Sul, estima-se que hoje existam 180 surdocegos e, pelo censo escolar, haveria aproximadamente 400 surdocegos no País. Porém, Fernanda informa que dez anos atrás a prefeitura de São Paulo elaborou um estudo pelo qual detectou 400 moradores surdocegos só no município. "Para o Brasil, qualquer número lançado hoje estará longe do real", constata.


Texto: Karine Bertani MTE 9427  | Assembleia Legislativa
Foto: Larissa Bianca Basei



Fundos Patrimoniais e desmonte de escola de Santa Maria foram temas de discussão da Comissão de Educação

Em reunião ordinária virtual, realizada na manhã desta terça-feira (23), a Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembléia Legislativa discutiu questões relacionadas a execução da Lei dos Fundos Patrimoniais para a Cultura e ao desmonte do quadro funcional do Instituto Estadual Luiz Guilherme do Prado Veppo, de Santa Maria.

O Colegiado tratou, ainda, da falta de mais critérios técnicos no edital do Banrisul de patrocínio de 200 Lives (apresentações de shows musicais ao vivo pela Internet) e o fechamento do Eneja Menino Deus em Porto Alegre.





Fundos patrimoniais

Após ouvir o relato do gestor da Orquetra de Sopro de Novo Hamburgo (OSNH), Gustavo Muller, durante o período de Assuntos Gerais da reunião, os parlamentares decidiram elaborar um documento e enviá-lo para autoridades culturais e a bancada gaúcha no Congresso Nacional, solicitando a regulamentação da Lei 13.800 que trata da constituição de Fundos Patrimoniais, em relação ao segmento cultural. Os Fundos têm como objetivo arrecadar, gerir e destinar doações de pessoas físicas e jurídicas privadas para programas, projetos e demais finalidades de interesse público. 

Conforme Gustavo Muller, os Fundos Patrimoniais atuam para preservar o valor do capital principal na perpetuidade, inclusive, contra perdas inflacionárias, e gerar resgates recorrentes e previsíveis para sustentar financeiramente entidades. Gustavo explicou que, desta forma, o administrador de entidades não precisará correr atrás de patrocínio  para cada evento ou programa, podendo planejar gastos e investimentos. Ele advertiu, no entanto, que os Fundos ainda não podem ser beneficiados com os recursos da Lei Roaunet, prejudicando as entidades mantenedoras de atividades ligadas à cultura.

Desmonte

Ainda em Assuntos Gerais, a professora Gabriela Colbeich da Silva, do Instituto Estadual Luiz Guilherme do Prado Veppo, de Santa Maria, denunciou o desmonte do quadro funcional da escola, comprometendo o trabalho interdisciplinar que desenvolvem há 18 anos. Conforme ela, a alegação da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) é a necessidade do enquadramento do Instituto no novo modelo da base curricular nacional. 

A deputada Luciana Genro (PSOL) propôs que a Comissão faça a mediação entre a Seduc e os professores para manutenção do método de ensino utilizado. Para ela, apesar de pontual, o assunto se insere na intenção do governo do Estado em diminuir o número de professores contratados e na política educacional de contenção de gastos. 

A presidente da Comissão, deputada Sofia Cavedon (PT), disse que a padronização pretendida pelo governo não leva em conta a qualidade da educação. Para ela o Executivo não pode desmontar o que está funcionando bem. Sofia lembrou que o Conselho Estadual de Educação tem resolução contrária à implantação da base curricular neste ano.

Neeja Menino Deus

A deputada Sofia Cavedon relatou que em conversa com Diza Gonzaga, do Detran, pediu a manutenção do núcleo do Neeja (Núcleo Estadual de Educação de Jovens e Adultos) Menino Deus no seu atual endereço de funcionamento. Conforme a deputada, é intenção do governo utilizar as salas de aula para atividades de educação para o trânsito. Sofia argumentou que é possível a convivência das duas atuações no local.

Participação 

Participaram da reunião ordinária virtual as deputadas Sofia Cavedon (PT), Luciana Genro (PSOL), Any Ortiz (Solidariedade), os deputados Issur Koch (PP), Luiz Marenco (PDT), Ruy Irigaray (PSL), Gabriel Souza (MDB), Sergio Peres (Republicanos), Gaúcho da Geral (PSD), Fernando Marroni ( PT) e Rodrigo Maroni (Pros).

Fonte: Agência de Notícias

sábado, 20 de junho de 2020

18h44 inaugura o inverno

O inverno chegou esta noite pedindo a nossa solidariedade, a nossa fé e o nosso cuidado, sobretudo com as pessoas mais vulneráveis.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Mandato

Federação Gaúcha do Laço reivindica 
retomada de atividades em julho


A situação das famílias dos trabalhadores vinculados à cadeia produtiva dos eventos de esportes equestres, especialmente do laço, pautou audiência, nesta sexta-feira (19), do deputado estadual Sergio Peres (Republicanos) com o secretário estadual do Esporte e Lazer, Francisco Vargas, e com o presidente da Federação Gaúcha do Laço, Eder Azeredo (Canhão do Vale), que requer a retomada das atividades para o próximo mês, e atendendo aos procedimentos sanitários exigidos para o controle do contágio do novo coronavírus.

“A agenda de eventos do laço gera emprego e renda, sendo responsável pelo sustento de famílias em todas as regiões do nosso estado. Solicitamos, portanto, um olhar sensível do poder público a essa pleito coletivo que se torna, a cada dia, mais urgente”, defendeu Azeredo, ao entregar a pauta de reivindicações ao secretário Vargas e ao deputado Sergio Peres, que integra a Bancada do Laço na Assembleia Legislativa. As autoridades deverão levar as solicitações ao núcleo do governo estadual responsável por fazer a avaliação técnica das demandas.

Desde o início de maio, preocupada com a crise ocasionada pela pandemia da covid-19, a entidade acompanha as condições das famílias, promovendo o diálogo e levando solicitações do setor ao Poder Legislativo gaúcho e ao governo do Estado.

Fonte: Jorn. Karine Bertani - MTE 9427 | Assenbleia Legislativa | Foto: Eder Costa

quinta-feira, 18 de junho de 2020

São Jerônimo

As demandas sociais do município de São Jerônimo foram apresentadas nesta quinta-feira pelo presidente local do Republicanos, Marcos José da Silva e pelo secretário da executiva municipal, Leandro Ribeiro dos Santos, em encontro na sede estadual do nosso partido.

São José do Hortêncio


Em reunião com a comissão executiva do Republicanos, tratamos sobre os desafios econômicos do município frente à pandemia do novo coronavírus e as alternativas para superação da crise. #FéNoRioGrande