domingo, 25 de janeiro de 2026

Canoas


O musical do Luau FJU 2026 mostrou que a Força Jovem Universal é feita de trabalho, talentos e propósito. Parabéns a todos! 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Zero Hora


Diálogo com a jornalista Rosane Oliveira de GZH sobre os planos para o Legislativo gaúcho em 2026 e o cenário político do Estado neste ano eleitoral.

Vanini


Nosso prefeito do município de VANINI Ereneu Bogoni esteve nesta terça-feira em meu gabinete trazendo pleitos da comunidade, a quem garanti nossa atenção neste ano de 2026.

 

Litoral Norte


O turismo no verão é um dos principais alicerces da economia dos municípios do litoral gaúcho. Mas o setor hoteleiro relata abusos da CORSAN/AEGEA, que passou a cobrar taxas consideradas impraticáveis para os empresários locais. Assegurei meu compromisso com o segmento durante reunião em meu gabinete com autoridades municipais de Torres (vereadores Luciano Raupp, Carla Daitx e Claudio Freitas), e integrantes do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, representado pela presidente Ivone Ferraz Teixeira. Vamos buscar a suspensão imediata das cobranças do “novo imposto da água”, a intermediação com a AGERGS e também alternativas legislativas para criar um ambiente favorável, capaz de incentivar e recuperar a economia gerada pelo turismo no Rio Grande do Sul.

SINFEEAL


Visita ilustre dos integrantes do Sindicato dos Funcionários Efetivos e Estáveis da Assembleia Legislativa Gaúcha (SINFEEAL), a quem assegurei minha atenção e compromisso a todas as causas de interesse dos servidores do Parlamento gaúcho. A audiência em meu gabinete foi acompanhada pelo secretário adjunto da Secretaria da Habitação e Regularização Fundiária do RS, Roger Vasconcellos e pelo meu chefe de gabinete Eder da Costa.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Cachoeirinha


Agradeço a oportunidade de prestar contas do meu trabalho e de debater os assuntos de interesse das comunidades de Monte Carlos e Parque da Matriz (sobretudo políticas sociais voltadas à população idosa) durante reunião organizada pela líder local Fabi Rude, a quem assegurei meu compromisso com as demandas neste ano legislativo que estamos iniciando.

Caraá


 Caraense será empossado presidente da Assembleia Legislativa do RS

O prefeito Bolívar Gomes e o vice Claudenir Miguel da Silva (Sassá) receberam o deputado estadual Sérgio Peres nesta segunda-feira, 19 de janeiro, que assumirá a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul a partir de 3 de fevereiro. Os vereadores Fabiano Santos e Eloi Dalathea (Micoco) acompanharam a agenda.
Para a posse, o parlamentar trouxe a equipe de televisão da Assembleia para gravações sobre suas origens, colhendo imagens na Grota, localidade onde cresceu.
No gabinete, a equipe entrevistou o prefeito Bolívar. “É um orgulho ter um caraense presidindo o Poder Legislativo, alguém que conhece nossa história e nossas demandas”, respondeu quando questionado.

Fonte: Prefeitura de Caraá

Jornal do Comércio


Peres quer promover debate municipalista na Assembleia


 
O próximo presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Sérgio Peres (Republicanos), quer promover o debate municipalista no Parlamento gaúcho, trazendo lideranças federais, estaduais e municipais para discutir formas de destinar mais recursos para as cidades. O deputado irá assumir o Legislativo estadual em fevereiro. Peres, que está no terceiro mandato consecutivo, apoiou as reformas promovidas pelo governo José Ivo Sartori (MDB, 20152018) e os dois mandatos do governador Eduardo Leite (PSD, 2019-2026). Na avaliação do futuro presidente da Assembleia, a gestão Leite avançou no acesso asfáltico aos municípios gaúchos. Por outro lado, acredita que o Palácio Piratini precisa rever as concessões rodoviárias. "Não sou contra pedágios. Sou contra o sistema e os valores altos", afirmou. Nesta entrevista ao Jornal do Comércio, Sérgio Peres também afirmou que se o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorrer a presidente, isso deve unificar as candidaturas de direita ao governo do Rio Grande do Sul, aumentando a chance de o diretório estadual dos Republicanos apoiar a candidatura de Luciano Zucco (PL).


Jornal do Comércio - Qual a sua avaliação do governo Eduardo Leite?


Sérgio Peres - Tem coisas que eu não concordo, mas acredito que foram entregues muitos benefícios. O acesso asfáltico, que é uma das minhas bandeiras, avançou. Ainda falta muito para atingir 100% de acesso asfáltico no Estado. Mas a gente vem de um desastre (cheias de 2024), que levou muitas pontes, estradas, rodovias. Claro que isso aí tem o dinheiro da União. O que não foi cobrado da dívida do Rio Grande do Sul (acabou indo para o Funrigs, fundo criado para a reconstrução), o governo investiu e ainda vai investir nesse ano. Eu só não sei como vai ser 2027, quando o Estado recomeça a pagar dívida com União. Aí a coisa vai ficar feia, até porque o governo também pegou mais empréstimos, se endividou mais.


JC - Acredita que 2027 vai ser um ano difícil para o Palácio Piratini?


Peres - Acredito que vai apertar novamente. Tem coisas ruins que acontecem, que, para o gestor, às vezes, é bom. Muitos prefeitos se elegeram devido à pandemia. Foi um desastre para a humanidade, mas o governo federal anterior botou dinheiro (no Rio Grande do Sul) e o governo daqui pagou o salário de todo mundo em 48 horas. Queira ou não queira, foi o governo federal anterior, (Jair) Bolsonaro (PL, 2019-2022), que despejou dinheiro e resolveu. Então, a pandemia foi boa para o governo, as finanças, porque vieram (recursos) da União. A enchente também...


JC - Por conta das cheias de 2024, o governo federal suspendeu a cobrança da dívida do Estado...


Peres - Teve a suspensão de pagamento (da dívida), (o Palácio Piratini) pôde fazer (obras) sem licitações, e muitas coisas.


JC - E quais as suas discordâncias com o governo Leite?


Peres - Estão fazendo concessões de rodovias agora. Eu tenho discordâncias quanto a isso. Os pedágios estão muito elevados. Não sou contra pedágios, mas os valores precisam ser justos. Outro dia, fui para Caxias do Sul. Nesse trajeto, você gasta quase R$ 50,00 de pedágio e são 120 quilômetros de distância. É muito caro. Acho que teria que ser a metade.


JC - O pedágio está muito elevado...


Peres - Para que foi criado o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores)? Para dar o direito (aos motoristas) de rodar nas estradas, para (o governo garantir) a conservação das estradas. Então, você paga o IPVA do automóvel para isso. Aí, de repente, isso já não é mais suficiente. Então, foi criado um imposto da gasolina, que é um absurdo. É mais de R$ 1,00 por litro. Mas, aí, mais uma vez, isso não chega mais. Agora, para ter rodovia, você tem que pagar mais um pedágio. E daqui a uns anos mais, vai pagar o que mais?


JC - A tendência é que o custo aumente...


Peres - O que seria melhor é sair o imposto da gasolina, sair o IPVA de veículo, e ficar então só o pedágio. Então, não sou contra pedágios. Sou contra o sistema e os valores altos. Acho que tem que diminuir mais. Afinal, em uma concessão de 30 anos, dá para investir mais nas rodovias do que agora.


JC - A CPI dos Pedágios, que vai acontecer neste ano na Assembleia, pode contribuir com essa discussão?


Peres - Eu não assinei (o requerimento de abertura da Comissão). Faço parte do governo. Mas é válido. É bom investigar, o debate pode contribuir. Claro que, às vezes, se torna muito político. Ainda mais em ano eleitoral. É um risco que sempre existe. Mas toda crítica, sendo construtiva, ajuda.


JC - O Republicanos está em uma situação contraditória, porque o partido faz parte da oposição de direita ao governo na Assembleia e, ao mesmo tempo, faz parte da administração de Eduardo Leite. O presidente da sigla, Carlos Gomes, é secretário de Habitação. Como enxerga essa contradição?


Peres - Se tem uma coisa que o Republicanos pratica - seja o presidente estadual, Carlos Gomes, sejam os deputados - é o respeito. Quando se elegeram, os deputados Gustavo Victorino, o Capitão Martim e o Delegado Zucco disseram: "nós queremos ser independentes. O que for bom, vamos votar a favor. E o que acharmos ruim, vamos defender nossa tese". E não tem problema. A deputada Eliane Bayer resolveu fazer parte do governo. E eu também não tinha porque não. A única coisa que não voto é aumento de impostos.


JC - Nos próximos meses, o Republicanos vai ter que decidir qual candidato ao governo do Estado vai apoiar. Como o senhor está se posicionando?


Peres - Temos três deputados que já estão alinhados com o Zucco, que é o Delegado Zucco, o Victorino e o Capitão Martim. Eu e a deputada Eliane não temos dificuldade para apoiá-lo. Como também não tenho dificuldade de apoiar outro nome, se o partido assim entender… Aí não se trata de mim. Eu, como presidente da Casa, nem vou me manifestar sobre isso. Vai ser uma decisão tomada pelo Carlos Gomes, o presidente, os deputados, os prefeitos, os vice-prefeitos, os vereadores. Acredito que até o final de abril se decida.


JC - Quanto ao cenário nacional, qual nome avalia ser o melhor candidato a presidente da República?


Peres - Também estamos esperando a direção central, para ver se o (governador de São Paulo) Tarcísio (de Freitas, Republicanos) vai concorrer a presidente ou não. Isso não foi acertado ainda, mas eu acredito que vai ter um grande projeto em cima do Tarcísio.


JC - Se Tarcísio for candidato a presidente, o Republicanos fica mais próximo de apoiar Zucco?


Peres - Sim. Se o Tarcísio for a presidente, o governador (Eduardo Leite) também deve apoiá-lo. O próprio governador tem falado: "vamos ver o que vai acontecer em São Paulo, no cenário federal, para nos ajustarmos aqui". Com a candidatura do Tarcísio, no mínimo dois candidatos ao governo do Estado vão querer apoiar ele. Vai ter o candidato a governador da esquerda, e os outros vão querer apoiar o Tarcísio. Eu defendo que, hoje, ele é o melhor nome para o Brasil.


JC - Qual é a marca que o senhor quer deixar como presidente da Assembleia Legislativa em 2026?


Peres - Temos que garantir uma boa imagem para a Casa, uma boa relação com os colegas, desempenhar um bom trabalho e não envergonhar a instituição. O projeto que quero defender como presidente é o municipalismo. Pretendo fazer reuniões regionais com os prefeitos, vereadores e a comunidade dos municípios, para ajudá-la a entender as responsabilidades das prefeituras em termos de educação, saúde, enfim. Também é importante a compreensão dos benefícios que ficam através da contribuição (de impostos): quanto (da arrecadação) vai para os municípios, estados e União. Os prefeitos, secretários e vereadores são tão cobrados. O município é onde tudo se arrecada, mas ele fica com a menor parte da arrecadação, apenas 18% (do bolo tributário). A maior parcela vai para a União.


JC - O senhor vai entrar na discussão sobre a descentralização dos recursos públicos...


Peres - Vamos defender essa parte junto com a Famurs, com as lideranças municipais, para que a gente possa ter um debate sobre a valorização das cidades, que é onde as pessoas procuram saúde, educação, ter a família, e muitas vezes produzem ali. Então, esse é o debate que pretendo priorizar na Casa. Quem sabe, nossas lideranças venham ter um debate mais profundo com os prefeitos, ao invés de apenas participarem da Marcha dos Prefeitos uma semana por ano, em Brasília.


JC - Desde 2019, os deputados estaduais têm direito a emendas parlamentares. Para 2026, o valor das emendas estaduais dobrou, e cada parlamentar vai ter direito a destinar R$ 4 milhões do orçamento público. Concorda com esse aumento?


Peres - Eu concordo. Serei beneficiado para o meu mandato. Os vereadores e prefeitos trazem demandas para nós, deputados estaduais. Às vezes, essas demandas não chegam ao Palácio Piratini, porque o governo trabalha com um projeto maior. Às vezes, um prefeito quer um aparelho de ressonância (magnética), um raio-x, um aparelho que custa R$ 200 mil, R$ 300 mil. O município pequeno não tem (esse aparelho). (A população) tem que ir para (um hospital) regional para fazer (o exame). E, quando tem uma emenda parlamentar, para a gente, é a maior alegria. Por exemplo: sou do município pequeno de Caraá, e sei o que significa trazer de carro para Porto Alegre (um paciente), (vir) para a rodoviária da Capital, porque aqui a área em que a saúde tem melhores condições. Então, é importante ter um tratamento, uma estrutura na escola, um (campo de) futebol, uma praça, uma academia que as pessoas pedem. Às vezes, o deputado pode ajudar com R$ 100 mil, R$ 50 mil.


JC - Os críticos das emendas dizem que trata-se do uso de dinheiro público para perpetuar os deputados estaduais em seus cargos, porque os parlamentares mandam recursos para as suas bases eleitorais, que, por sua vez, os reelegem. Isso dificulta a renovação no Parlamento. Como enxerga esta crítica?


Peres - Independentemente das emendas, eu não vejo isso. Já estou chegando ao quarto mandato. Neste mandato que melhorou isso (o valor das emendas). O deputado que chegou aqui na Assembleia sem as emendas, para ele perder para outro (candidato sem mandato), tem que lutar contra ele mesmo. Porque o deputado (com mandato) pode viajar o Estado todo, tem a gasolina para andar de carro (paga pelo Legislativo Estadual). Ele tem uma estrutura de gabinete, que inclui advogado, comunicação, vários assessores.


JC - Na sua avaliação, o que foi decisivo para os novos deputados que se elegeram para o Parlamento gaúcho nas últimas eleições?


Peres - Onde se destacam os outros que se elegem? Hoje, na internet e na comunicação. Um parlamentar pode chegar à Assembleia pela comunicação, como já tiveram vários. Só que, muitas vezes, eles ficam um mandato ou dois, fazem cento e poucos mil votos, mas, depois, a votação passa a 30 e poucos mil e, mais tarde, nem se elegem. Isso já aconteceu com senadores, governadores, e tantas outras autoridades. A política é dinâmica. (Na internet) temos muitos jovens se destacando, se desenvolvendo, que não dependem desses recursos (de emendas parlamentares). Também depende muito do empenho da pessoa, do talento dela. Mas o deputado, o vereador (no exercício do mandato) sempre tem a melhor oportunidade (para se eleger). Uma vez que eles chegam à Assembleia, precisam trabalhar, continuar na comunidade, e não ficar aqui dentro dando discurso, batendo boca, brigando, porque (o parlamentar) não ganha nada (com isso). Tem que estar nas bases.


PERFIL


Sérgio Peres Alós nasceu no município de Caraá (na época, distrito de Santo Antônio da Patrulha) em 2 de julho de 1968. É um dos 16 filhos de um casal de pequenos agricultores, e trabalhou na agricultura. Também trabalhou na fábrica de geladeiras Steigleder de 1987 a 1991, na época localizada em Porto Alegre. Além disso, foi empregado de metalurgias e pequeno empresário em Gravataí, onde teve um comércio de revestimentos e carpetes. Tornou-se pastor evangélico em 30 de julho de 1993 e, nessa função, teve projetos sociais com comunidades de baixa renda e em presídios. Elegeuse deputado estadual pela primeira vez em 2002. Sua primeira filiação partidária foi ao PSB, mas, em 2003, migrou para o PL. Dois anos depois, foi para o PTB. O segundo mandato veio em 2014 pelo PRB. Desde então, reelege-se e, em 2022, conquistou o quarto mandato pelo Republicanos, somando 74.685 votos. Foi indicado pelo partido para assumir a presidência da Assembleia Legislativa em 2026, cargo que deve assumir efetivamente no mês de fevereiro.


Edição de 19/01/2026 do Jornal do Comércio 

Capa, páginas 18 e 19

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Santana do Livramento


Acolhi pleitos locais apresentados hoje em meu gabinete pelo procurador-geral do município, Felipe Vaz Gonçalves; pela secretária municipal da Fazenda, Gisela Alvarez, e pelo secretário de Turismo Matheus Medina.

Também reiteramos nosso compromisso com as famílias de pessoas com Transtorno do Espectro Autista. No final do ano passado, nosso gabinete reeditou a Cartilha do Autismo, publicação criada pela Associação de Pais e Amigos de Autistas de Santana do Livramento.

Seguimos juntos em defesa desta e de todas as causas de interesse da comunidade!

São Jerônimo


A querida comunidade de SÃO JERÔNIMO esteve representada nesta quarta-feira no Parlamento gaúcho por comitiva do Republicanos integrada pelo Marcos Mont Blanc, Valmir e Fernando, líderes atentos e comprometidos com os interesses da população. Participou da reunião o colaborador da nossa equipe Claudinho Viana.