As solicitações da população de Bagé ao Poder Legislativo gaúcho foram tratadas nesta quinta-feira em audiência no meu gabinete com os vereadores Paulo Ricardo Camacho e Ramon Elias Bogado (Bocão).
quinta-feira, 7 de dezembro de 2023
Rainha da Fronteira
As solicitações da população de Bagé ao Poder Legislativo gaúcho foram tratadas nesta quinta-feira em audiência no meu gabinete com os vereadores Paulo Ricardo Camacho e Ramon Elias Bogado (Bocão).
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
Capital Nacional do Chimarrão
As demandas
da querida comunidade de Venâncio Aires pautaram audiência nesta quarta-feira
em meu gabinete com o vereador republicano Jerri Adriano e a assessora da
Câmara Municipal, Karin Santos.
Sancionada lei declarando Nova Petrópolis a Capital Estadual da Meliponicultura
O
Diário Oficial do Estado desta quarta-feira publicou a sanção da Lei
16.055/2023, que declara o município de Nova Petrópolis a Capital Estadual da
Meliponicultura. Esse nome difícil refere-se, em específico, à criação de
abelhas-sem-ferrão e todas as instâncias produtivas que envolvem a atividade,
como a elaboração e comercialização de subprodutos do mel.
O projeto que originou a lei é de autoria do deputado estadual Sergio Peres (Republicanos), com relatoria de Elton Weber (PSB). “A meliponicultura é um setor que apresenta capacidade de expansão e precisa ser pensada como política de Estado para contribuir com o desenvolvimento social e econômico, de forma ambientalmente sustentável”, observa Peres, que preside, na Assembleia Legislativa, a Comissão Especial da Apicultura e Meliponicultura. O colegiado pluripartidário está percorrendo municípios e ouvindo produtores visando à construção coletiva de um plano permanente de desenvolvimento da cadeia produtiva.
Natural de Nova Petrópolis, Weber é vice-presidente da Comissão. Os dois deputados fizeram visita técnica, em outubro, à propriedade de Orlando Morschel, maior produtor do Estado na área de multiplicação e comercialização de enxames. Na localidade de São Jacó, ele mantém uma média de 1500 a 1700 colmeias de 18 espécies no espaço denominado Mundo das Abelhas Morschel.A criação de abelhas-sem-ferrão (espécies também conhecidas como abelhas indígenas, abelhas nativas ou meliponíneos) resulta na produção de mel, própolis, pólen, resinas, além da multiplicação de colmeias. O trabalho desenvolvido em Nova Petrópolis é uma referência no Estado, movimentando a economia também com a venda de enxames. A atividade apresenta benefícios com a polinização das plantas e contribui para a preservação das espécies e conservação da biodiversidade.
A meliponicultura é considerada uma atividade segura, de fácil manutenção e de baixo custo inicial em relação às demais atividades agropecuárias. Do ponto de vista ambiental, considera o papel das abelhas como polinizadoras naturais de espécies nativas e cultivadas, exercendo papel preponderante para o equilíbrio do ecossistema, ao mesmo tempo em que promovem aumento da produtividade nas culturas agrícolas.
Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 | Assembleia Legislativa
terça-feira, 5 de dezembro de 2023
Porto Alegre
No próximo domingo, estarei na confraternização de final do ano do Bairro Glória/Cascata, evento organizado com todo o carinho pelo amigo Jorge Piu, assessor técnico da Divisão de Transportes da Secretaria Estadual de Agricultura.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2023
VALE DO RIO PARDO: Representantes da cadeia produtiva do mel apresentam reivindicações ao Legislativo gaúcho
O presidente da Comissão Especial da Apicultura e Meliponicultura da Assembleia Legislativa, deputado Sergio Peres (Republicanos), esteve na sede regional do Sicredi de Santa Cruz do Sul nesta segunda-feira (4) para ouvir produtores rurais, além de representantes de instituições, entidades e órgãos de assistência da região. “Nossa intenção é construir um plano permanente de desenvolvimento do setor, que possa dar suporte técnico, financeiro e jurídico aos trabalhadores e também incentivar as pessoas interessadas em ingressar na atividade”, observou Peres.
O presidente do Sicredi no Vale do Rio Pardo, Heitor Petry, que se identifica também como produtor rural, reconheceu a iniciativa da Comissão em ir até os municípios para colher demandas e sublinhou a importância da atividade. “O que seria de nós sem a abelha para a polinização? É preciso estimular práticas de aproveitamento desse potencial e nós estamos dispostos a trabalhar numa frente ampla, para que a apicultura possa dialogar com outras culturas”, observou.
A Cooperativa de Apicultores Familiares do Brasil (COPROMEL) é uma das entidades responsáveis por construir a pauta reivindicatória do setor na região e esteve representada na reunião pelo seu vice-presidente em Santa Cruz do Sul, Claiton Raddatz. Um documento entregue pelos participantes ao deputado reuniu apontamentos para novas práticas da gestão pública voltadas à apicultura e meliponicultura no Rio Grande do Sul, dos quais se destacam, especialmente: aumento da fiscalização; capacitação de profissionais e acesso a equipamentos em caráter emergencial, como EPI para prestação de socorro em casos de incidentes; facilitação do cadastro do apiário no posto de Inspetoria Veterinária e Zootécnica (IVZ); redução da carga tributária de ICMS, PIS e COFINS; incentivo para a atuação de órgãos de pesquisa em análises laboratoriais de defensivos agrícolas, bem como à elaboração de produtos e subprodutos do mel; abrangência da certificação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) para as vendas intermunicipais; formulação de campanhas informativas sobre o mel e seus subprodutos, com ênfase aos benefícios na alimentação humana; inibição de propagandas enganosas em alimentos que usam o nome do mel, sem conter o produto em sua fórmula e estabelecendo que todo produto comercial que utilize o termo no rótulo, contenha, necessariamente, o mel em sua composição e revisão das regras nos serviços de inspeções sanitária e tributária. “Entendemos que não seja necessário o apicultor apresentar laudo de potabilidade da água todo o mês no entreposto, pois a água é fornecida pela CORSAN, ou por prefeituras e associações onde já é realizado o controle regular de potabilidade. É necessária a inspeção, mas facilitaria ao produtor se ela fosse semestral, já que esses órgãos e instituições garantem a qualidade da água aos consumidores” sustenta o extensionista do escritório da EMATER Santa Cruz do Sul, Vilson Pitton.
Combate às mortandades
A exemplo de manifestações em outras regiões do Estado, o uso irracional de insumos químicos e sua relação com episódios de mortandades de abelhas foram temas abordados também pelos participantes da reunião em Santa Cruz do Sul. A esse respeito, produtores propõem a avaliação de mudanças no uso dos defensivos, especialmente o fipronil. O inseticida consolidou uma reputação global de letalidade com as abelhas e seu uso já foi banido em toda a União Europeia, além de países como Uruguai, Costa Rica, Vietnã e África do Sul. “Essas ocorrências configuram um mal ao meio ambiente, e um mal às pessoas, pois a abelha é só um bioindicador” alerta o apicultor Rui Jost, de Vera Cruz. Ele informa que o produto tem vida útil de 120 dias, o que agrava o seu impacto ao ecossistema. “Em 2021, em ocasião de um episódio de mortandade, 77% do que foi analisado do sinistro, acusou a incidência do fipronil”.
As sugestões apresentadas pelos produtores do Vale do Rio Pardo deverão constar no relatório final da Comissão Especial da Apicultura e Meliponicultura. O colegiado pluripartidário tem 120 dias de prazo para reunir os encaminhamentos do setor, votar relatório final em plenário e apresentar as conclusões ao governo estadual, governo federal e órgãos de regulação.
Composição
São titulares da comissão os deputados Sergio Peres (Republicanos), que preside o colegiado; o vice-presidente Elton Weber (PSB); o relator Cláudio Tatsch (PL); Airton Artus (PDT); Airton Lima (Podemos); Dr. Thiago Duarte (União Brasil); Elizandro Sabino (PTB); Frederico Antunes (PP); Gaúcho da Geral (PSD); Issur Koch (PP); Professor Bonatto (PSDB) e Zé Nunes (PT).
Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 | Assembleia Legislativa
Produtores de mel apresentam pleitos da categoria em Cachoeira do Sul
O município de Cachoeira do Sul sediou, nesta segunda-feira (4), reunião temática promovida pela Comissão Especial de Apicultura e Meliponicultura da Assembleia Legislativa. O encontro na sede do Sindicato Rural, no Parque da Fenarroz, foi conduzido pelos deputados Sergio Peres (Republicanos), presidente do colegiado, e pelo relator, deputado Claudio Tatsch (PL), que ouviram produtores da região, a maioria integrantes da Associação Cachoeirense de Apicultores (ACAPI), entidade que reúne hoje 22 trabalhadores.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
Arroio do Sal é 10
Um grande encontro marcou o início da mobilização republicana rumo às eleições do ano que vem. O evento foi coordenado pelo sempre prefeito Luciano Pinto e pelos vereadores Mateus Coelho e Rejane dos Santos. Também participaram o nosso líder no RS, deputado federal Carlos Gomes; o vice, deputado estadual, Sergio Peres, e o deputado federal Ronaldo Nogueira. Irene Pinto foi empossada secretária local do movimento Mulheres Republicanas.
Comissão de Apicultura e Meliponicultura promove audiência pública em Cambará do Sul
A preocupação em diminuir entraves à produção em Apicultura e Meliponicultura (criação de abelhas-sem-ferrão) e a busca de alternativas para fortalecer e expandir o setor motivaram audiência pública na última sexta-feira (1) promovida pela Comissão Especial da Apicultura e Meliponicultura (CEAM) da Assembleia Legislativa, no município de Cambará do Sul.
O deputado Sergio Peres (Republicanos) conduziu o debate, do qual participaram autoridades municipais da região, EMATER, Sicredi, SEBRAE, SENAR, entidades representativas de produtores rurais de todo o Estado e também da AMELSUL, que integra associações de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.
Entre os problemas levantados, os participantes chamaram a atenção para a escassez de políticas de incentivo à produção; o baixo valor do mel no mercado; a dificuldade de acesso dos produtores aos laboratórios de análises; a deficiência da legislação reguladora para a atividade; o excesso de burocracia e dificuldades de cadastramento, em específico, ao meliponicultor; a exposição das abelhas locais a doenças ocasionadas pela falta de barreiras sanitárias na entrada de colmeias de outros estados ao Rio Grande do Sul; a dificuldade de acesso dos produtores ao conhecimento produzido nas universidades e a falta de incentivo fiscal para as empresas que apoiam as atividades apícolas.
“São demandas legítimas que precisam ser consideradas pelo poder público – e ouvir os produtores é essencial para a construção de um plano permanente de fortalecimento da cadeia produtiva”, avalia Sergio Peres, que apresentou na audiência os projetos de lei já protocolados na Assembleia Legislativa a partir das demandas dos agentes da cadeia produtiva.
O evento realizado na Casa do Turista do município também serviu para levar informação aos produtores e destacar iniciativas. O engenheiro agrônomo Carlos Alberto dos Santos explanou sobre a experiência catarinense na área de melhoramento genético de matrizes na apicultura. E o representante da APICAMPOS e do Polo do Mel dos Campos de Cima da Serra, Gabriel Boeira, apresentou a publicação “Davi e a união das abelhas”, distribuída gratuitamente para alunos das séries iniciais da região com o intuito de valorizar a atividade, levar informação sobre o mel e as abelhas, promovendo a educação ambiental para crianças e jovens por meio do projeto Pequeno Abelheiro, que já lançou o livro também em formato audiovisual.
O prefeito de Cambará do Sul, Ivan do Amaral Borges, lembrou a vocação inovadora do município, que produz o premiado Mel Branco e também o Mel de Melato da Bracatinga. “Somos referência na produção do mel e entendemos que é necessário estabelecer parceria entre os municípios da região e a Assembleia Legislativa para promover esse diálogo tão necessário à expansão da atividade. Nós temos trabalhadores e uma produção diferenciada, e nós queremos essa parceria”, afirmou.
Presente à audiência, o presidente da Federação Apícola e de Meliponicultura do Rio Grande do Sul (FARGS), Ademir Haettinger, solicitou à CEAM a intercessão para a construção de políticas públicas para o desenvolvimento da cadeia produtiva em nível municipal e estadual. Sugeriu buscar, junto aos órgãos públicos e unidades de beneficiamento do mel, padrões acessíveis para o pequeno, médio e grande produtor, com vistas a garantir a qualidade do produto. Ao destacar a legislação vigente, alertou sobre a urgência em regulamentar as leis nº 15.181 de 2018 (PROAMEL) e nº 14.763 de 2015, que dispõe sobre a atividade meliponicultora e propôs o que se oportunize aos produtores gaúchos o atendimento em laboratórios de análise de mel credenciados e acessíveis aos trabalhadores. Ao finalizar, defendeu a necessidade da construção de um novo modelo cultural no poder público, nas forças produtivas e na sociedade. “É preciso reconhecer o valor das abelhas em todos os setores do agronegócio, destacando esses insetos úteis como agentes polinizadores – e principalmente, como agentes indispensáveis para a sobrevivência da humanidade no planeta”.
Em nome da Associação Cambaraense de Apicultores (ACAPI), Gustavo Pereira sugeriu a criação de um seguro apícola para períodos de adversidade, a exemplo do que já é concedido para outras culturas, e alertou sobre o baixo preço do mel. “O valor para o produtor está baixo, mas o material não. Adquirir caixas, arame e qualquer equipamento custa caro, tornando a atividade inviável. Queremos profissionalizar a apicultura nas propriedades, o apicultor leva a sério sua atividade, mas precisamos desse olhar do poder público também” observou.
Entre as propostas apresentadas pela ACAPI também se destacam a realização de campanhas para promover o consumo de mel, destacando seus benefícios à saúde; a implementação de programas de Jovem Aprendiz na apicultura, favorecendo a sucessão familiar e incentivando a participação das novas gerações nesse setor; incentivo fiscal às empresas de reflorestamento que apoiem as atividades apícolas; estímulo para o uso do mel na merenda escolar; promoção do cultivo integrado de pasto apícola com outros cultivos já existentes, promovendo práticas agrícolas sustentáveis, além de fomento à exportação de produtos apícolas. “Que possamos nos inspirar nas colmeias e agir da mesma maneira, trabalhando em conjunto, de maneira coordenada e valorizando o potencial de cada um”, sugeriu Pereira.
Os pleitos apresentados na audiência pública deverão constar no relatório final da Comissão Especial da Apicultura e Meliponicultura. O colegiado tem 120 dias de prazo para reunir pauta reivindicatória do setor, votar relatório final em plenário e encaminhar as conclusões ao governo estadual, governo federal e órgãos de regulação.
Composição
São titulares da comissão os deputados Sergio Peres (Republicanos), que preside o colegiado; o vice-presidente Elton Weber (PSB); o relator Cláudio Tatsch (PL); Airton Artus (PDT); Airton Lima (Podemos); Dr. Thiago Duarte (União Brasil); Elizandro Sabino (PTB); Frederico Antunes (PP); Gaúcho da Geral (PSD); Issur Koch (PP); Professor Bonatto (PSDB) e Zé Nunes (PT).
Karine Bertani - MTE 9427 | Assembleia Legislativa





