quinta-feira, 17 de junho de 2021

Meu Caraá


O prefeito Magdiel Silva, de Caraá, minha terra natal, e o vereador do Republicanos Micoco Eloi apresentaram, nesta quinta-feira em meu gabinete, pleitos da nossa comunidade. Agradeço a confiança da população em nosso trabalho e reitero meu compromisso com a nossa gente.

Litoral Norte


Assegurei, nesta quinta-feira, meu compromisso com o pleito trazido ao meu gabinete pelo vereador João Alexandre Negrini - Ninja, que requer a liberação do uso de jet ski no apoio ao reboque de surfistas em ondas grandes. Ressaltamos que Torres é referência no esporte, recebendo surfistas de todo o estado e Região Sul do Brasil não só no período de veraneio, mas por todo o ano. Entusiasta do surf, o parlamentar do Republicanos tem sido o porta-voz dos surfistas junto ao poder público municipal e estadual.

Estação


Confirmei hoje ao vereador Professor Vilson (ao meu lado, de jaqueta azul), o meu compromisso em apoiar a reestruturação do Hospital Santo Antônio, que está passando por processo de municipalização. A audiência em meu gabinete foi solicitada pelo coordenador do Republicanos no Alto Uruguai, Elves Palkewich. Participaram da reunião o ex-presidente da FAMURS, Luciano Pinto, e o meu chefe de gabinete Eder da Costa.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Quarta Colônia


Um abraço à querida comunidade de São João do Polêsine, que esteve representada hoje no Parlamento gaúcho pelo prefeito Matione Sonego e pelo vereador João Vernier. Ao meu lado, à direita na foto, o Conselheiro do Grêmio Décio De Marchi.

Butiá


Uma audiência requerida por mim na Secretaria Estadual de Articulação e Apoio aos Municípios tratou de obras urbanas para Butiá, solicitadas pelo prefeito Daniel Almeida e pelo vereador do Republicanos Mateus Fonseca. Fomos recebidos pelo secretário Luiz Carlos Busato, que garantiu atenção às demandas apresentadas.
A reunião foi acompanhada pelo meu chefe de gabinete Eder da Costa.

Porto Alegre


Recebi, nesta quarta-feira (16) o presidente da Associação dos Moradores da Vila São Judas Tadeu, Alexandre Santos Silveira, com quem tratei de políticas de desenvolvimento social. Alexandre apresentou o projeto do Centro Esportivo e Cultural para a comunidade, iniciativa para a qual eu confirmei meu apoio.

Deputados pedem ação do MP e Defensoria sobre abuso de bancos contra idosos


Sergio Peres integra a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos

A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa vai encaminhar ao Ministério Público e Defensoria Pública denúncias de abusos e golpes praticados por financeiras e bancos ao oferecer crédito consignado por telefone para pessoas idosas. O tema foi abordado na reunião ordinária desta quarta-feira (16) pela CCDH.

Os casos frequentes de abusos e golpes praticados por financeiras e bancos contra pessoas idosas, oferecendo crédito consignado e muitas vezes obtendo autorização telefônica, assunto encaminhado pelo deputado Jeferson Fernandes (PT), foi tratado no período de Assuntos Gerais. “Os idosos estão recebendo empréstimos em suas contas bancárias sem ter feito a solicitação e, no mês seguinte, vem a cobrança da parcela, estão sendo atacados por golpistas”, resumiu o parlamentar. Esta situação acontece em todo o território gaúcho e também no país, alertou Jeferson.

O colegiado ouviu o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Dezesseis de Novembro, Celso Ostwald, que relatou a prática usual nos últimos anos de financeiras e bancos, como o Bradesco, que oferecem esse serviço através de vendas abusivas e telemarketing, muitas vezes obtendo a autorização das pessoas idosas que, desavisadas, aceitam e passam a receber os recursos em suas contas bancárias e, logo em seguida, os descontos de valores parcelados em 84 vezes. Ele explicou que esse assunto vem sendo tratado na Fetag há vários anos, uma vez que muitos aposentados rurais recebem essas ligações de financeiras e bancos oferecendo crédito consignado quando nem mesmo foram oficialmente comunicados da aposentadoria. Nas ligações telefônicas oferecendo os empréstimos os idosos recusam a oferta, mas mesmo assim o valor é depositado em suas contas bancárias e depois vem o desconto mensal parcelado, geralmente, em 84 vezes.

Em conversa com gerentes de bancos de São Luiz Gonzaga, Ostwald apurou que a burocracia para a obtenção desse tipo de empréstimo é severa e longa, o que contraria o procedimento das “ações telefônicas” que em poucos dias depositam na conta das vítimas o valor máximo do consignado oferecido e em 30 dias passam a descontar as parcelas do financiamento induzido. Em geral, os dados são obtidos dentro da Previdência Social. Os trabalhadores rurais estão assustados e muitos adoecem em função de dívidas que não contraíram, mas têm que passar a pagar. Há casos de devolução dos valores depositados e, mesmo assim, o aposentado continua pagando os descontos das parcelas. E também situações de que nem ligação telefônica a vítima recebeu e mesmo assim teve o valor depositado e depois passou a pagar as parcelas. Ele vai encaminhar para a CCDH documentação digitalizada de inúmeros golpes praticados pelas financeiras e apurados na regional das Missões do Sindicato, que está orientando seus filiados para que adotem maior vigilância de suas contas bancárias.

Airton Lima ponderou que a CCDH vai encaminhar manifestação também às operadoras de telemarketing, uma vez que há reclamações de inúmeras ligações diárias com esse mesmo conteúdo, com o agravante que mediante a gravação da ligação se transforma em “assinatura” de consentimento para receber o consignado. A comissão também vai solicitar manifestação do Banco Central, afirmou Lima.

Participaram da reunião desta quarta-feira as deputadas Sofia Cavedon (PT), Luciana Genro (Psol) e Kelly Moraes (PTB), e os deputados Clair Kuhn (MDB), Rodrigo Maroni (PMB), Sergio Peres (Republicanos), Jeferson Fernandes (PT), Issur Koch (PP), Faisal Karam (PSDB), e Gaúcho da Geral (PSD).

Fonte: Agência de Notícias/ ALRS

A alma também precisa de alimento.

 


terça-feira, 15 de junho de 2021

Rio Grande do Sul terá Dia Estadual da Pessoa Surdocega


A comunidade surda e surdocega do Rio Grande do Sul comemora a aprovação, nesta terça-feira(15),do Projeto de Lei 384/2019, de autoria do deputado Sergio Peres (Republicanos) que institui o Dia Estadual da Pessoa Surdocega, a ser celebrado anualmente em 12 de novembro.

Formulada com a participação do segmento, a proposição tem a pretensão de chamar a atenção do poder público e da sociedade para essa camada da população por meio da realização de campanhas educativas visando à prevenção de doenças causadoras da surdocegueira durante a gestação; da promoção de debates sobre políticas públicas voltadas à atenção integral à pessoa surdocega; do desenvolvimento de ações de coleta de dados e produção de conhecimento para atender as necessidades da população surdocega e suas famílias nas áreas da saúde, educação, lazer, segurança e inclusão social.

Queremos fomentar atividades de integração com todos os setores da sociedade, para que conheçam, compreendam e se solidarizem com as pessoas surdocegas, combatendo qualquer forma de discriminação”, sustenta Peres. O republicano também projeta para a data ações de divulgação dos avanços técnico-científicos relacionados à educação e inclusão social da pessoa com surdocegueira.

A representante do Grupo Brasil Surdocego, Fernanda Falkoski, observa que as dificuldades em promover políticas para o segmento começam no próprio mapeamento dessa população. No Rio Grande do Sul, de acordo com o Censo de 2018, havia 80 pessoas com surdocegueira. Porém, Fernanda alerta que aproximadamente 400 surdocegos estão identificados como pessoas com deficiências múltiplas. "Hoje não temos o reconhecimento e a consciência da surdocegueira como uma condição única. O entendimento do Censo como deficiência múltipla dificulta o registro e se torna um empecilho para as ações de inclusão", avalia a professora e intérprete de Libras.

Fonte: Jorn. Karine Bertani / MTE 9427 | Assembleia Legislativa

Foto: Bianca Basei

Correio do Povo

Prezados amigos e amigas, convido vocês à leitura do artigo de minha autoria publicado na edição de hoje do Correio do Povo. 




O 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa no ano de 2006. Dados do Disque 100 revelam que, só no primeiro semestre deste ano, mais de 33,6 mil casos de violações de direitos humanos foram registrados contra pessoas com mais de 60 anos de idade em nosso país. Infelizmente, são números que não correspondem à realidade, pois se estima que a maioria dos casos não estejam registrados. A data é importante para chamar todos nós a tratar desse assunto do qual as pessoas ainda conversam pouco, talvez porque acreditem que o tema não diga respeito diretamente a elas. Mas a população idosa está a cada ano maior e nós somos parte dessa evolução. Quem não cuida dos idosos não tem respeito pelo que já foi construído no passado e não zela pelo próprio futuro.

A Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, que institui o Estatuto do Idoso, foi um grande avanço para a nossa sociedade, consolidando-se como instrumento de combate aos vários tipos de violência sofridos pela pessoa idosa: violência física, psicológica, abuso financeiro ou material, abuso sexual, negligência e abandono. Em muitas ocorrências, o próprio idoso não tem consciência do crime cometido contra ele, o que torna a nossa responsabilidade ainda maior e decisiva na erradicação dos maus-tratos a essa camada vulnerável da população. Tenho trabalhado pela divulgação do Estatuto do Idoso, por acreditar que a informação ainda é a melhor forma de prevenir e combater todos os tipos de agressão e abuso contra esse segmento da população. Todavia, é preciso ponderar que o próprio idoso não conhece a lei. Por esse motivo, precisamos encontrar um caminho para que a informação chegue também a ele e que haja um despertar por parte das pessoas, uma consciência coletiva de que nós temos responsabilidade sobre aquela vida – e que a nossa omissão nos faz cúmplices. Se você tem conhecimento de casos de violência contra o idoso, não se cale. Não seja um criminoso também. Disque 100 e faça a sua parte no combate a essa forma covarde de violência.

Correio do Povo - Edição de 15/06/2021  |  Editora Opinião, página 2