sábado, 31 de agosto de 2024

Jornal O Sul


    
    
Projeto de minha autoria em benefício de pacientes monoculares. A visão monocular é caracterizada quando a pessoa tem visão igual ou inferior a 20% em um dos olhos, enquanto no outro mantém visão normal. Os pacientes monoculares têm dificuldades com noção de distância, profundidade e espaço, o que prejudica a coordenação motora e o equilíbrio, além de capacidade reduzida de reconhecimento de objetos, menor profundidade na visão e visão periférica prejudicada, o que produz dificuldades para subir e descer escadas e meios-fios, cruzar ruas, dirigir, praticar esportes, além de outras atividades da vida diária.

sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Projeto propõe garantia de direitos a pessoas com visão monocular


Está em trâmite na Assembleia Legislativa gaúcha o projeto de lei 252/2024, de autoria do deputado estadual Sergio Peres (Republicanos), reconhecendo as pessoas com visão monocular como pessoas com deficiência e, dessa forma, garantindo a elas todos os direitos estabelecidos pela Lei n.º 13.320/2009, que consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no Estado do Rio Grande do Sul.

Peres embasou sua proposta nos termos da Lei Federal 14.126/ 2021, que classifica a visão monocular como deficiência sensorial, do tipo visual.  “A intenção do projeto é permitir que esse grupo social tenha acesso aos benefícios e tratamentos especiais previstos na nossa Constituição Federal”, esclarece o autor, que protocolou a matéria a partir de relatos apresentados por pacientes que enfrentam situações diversas de adaptação, além da falta de acessibilidade.

De acordo com a CIF (Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde), da OMS, a visão monocular é caracterizada quando a pessoa tem visão igual ou inferior a 20% em um dos olhos, enquanto no outro mantém visão normal.  É o caso de Anderson da Rocha Machado, monocular desde criança. Morador de Gravataí, ele esteve em abril no gabinete de Sergio Peres relatando as dificuldades do cotidiano dessa população e solicitando ações afirmativas para a inclusão e integração social dos pacientes. “Não é uma deficiência aparente, o que dificulta a compreensão e a aceitação do poder público e também da sociedade”, observa.

As pessoas monoculares têm dificuldades com noções de distância, profundidade e espaço, o que prejudica a coordenação motora e, consequentemente, o equilíbrio. Essa condição pode ser ocasionada por algum tipo de acidente ou por doenças, como glaucoma, toxoplasmose e tumores e limita o indivíduo ao campo de visão no plano, o que reduz a capacidade de reconhecimento de objetos, diminui a profundidade na visão, impede a sensação de tridimensionalidade e prejudica a visão periférica, o que produz dificuldades para subir e descer escadas e meios-fios, cruzar ruas, dirigir, praticar esportes, além de outras atividades da vida diária. Os pacientes relatam que que tais limitações provocam reações de preconceito e também dificultam o acesso dessas pessoas ao mercado de trabalho.

Se aprovada e sancionada, a lei dependerá de regulamentação do Poder Executivo Estadual para entrar em vigor.


Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 | Assembleia Legislativa

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Aniversário de casamento


Minha prenda querida, se fosse pra voltar no tempo, não haveria dúvida: eu diria SIM pra gente viver TUDO DE NOVO!

Nesses 32 anos de casamento que completamos hoje, eu digo que tudo valeu a pena, a nossa caminhada, o nosso aprendizado, e até as lágrimas que secamos um do outro.
Sou grato por poder olhar teu sorriso todos os dias, me mostrando o quanto Deus é bondoso comigo. Te agradeço por edificar diariamente o nosso lar com tua luz, tua sabedoria e o teu amor.
Reitero hoje a admiração e o afeto que sinto em meu coração e rogo a Deus que siga nos guardando em Seu infinito amor. Te amo, minha prenda!

“E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.”
(1 Coríntios 13:2)

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Erechim: Sergio Peres busca providências para evitar fim da Feira de Agricultura Familiar


Após 22 anos de funcionamento em Erechim, a Feira da Agricultura Familiar corre o risco de ser extinta, a partir de ordem de desocupação emitida pelo Poder Executivo Estadual em julho deste ano. O pavilhão localizado no Bairro Fátima é espaço de comércio permanente de produtos de pequenos agricultores de 106 municípios da Região do Alto Uruguai e serve de ponto para a feira que reúne a comunidade duas vezes por semana.  A área também abriga escritório regional da Emater e unidade do DAER, além de servir de moradia a seis famílias de servidores da autarquia. Todos receberam notificação para desocupar.

“O próprio Estado que regularizou o funcionamento da feira no local hoje alega irregularidade para determinar nossa saída”, relata Adelmir Gaiardo, presidente da Cooperativa Nossa Terra, promotora da feira. “É um desrespeito com 1.600 famílias envolvidas nas atividades e com certeza vai incidir como um desastre para a economia regional. Queremos oportunidade de diálogo com o Governo para esclarecer esse contrassenso e garantir a continuidade da feira e das atividades da Emater, essenciais na consolidação da vocação agrícola do Alto Uruguai”, sustentou. 

Gaiardo solicitou providências no gabinete do deputado Sergio Peres nesta segunda-feira (26), que recebeu comitiva integrada pelos advogados Valter Nagelstein, Rodrigo e Gustavo Nagelstein. Eles lembram que, em 2017, um termo de autorização foi firmado, garantindo o funcionamento das atividades no local, a partir da solicitação do deputado Sergio Peres. Hoje, no entanto, o imóvel se tornou objeto de dação em pagamento pelo Estado, para fins de permuta com empresa privada prestadora de serviço. Os trabalhadores receberam prazo de 30 dias para deixar o espaço. 

“Existem questões legais além da questão social que serão suscitadas judicialmente. A violação ao princípio da publicidade, uma avaliação que pode representar prejuízo irreparável ao erário, além da consubstanciação de um prejuízo às famílias atendidas pela cooperativa. A partir destes elementos, a estratégia jurídica está sendo desenhada”, anunciou o Escritório Nagelstein Advogados, responsável pela defesa da cooperativa. 

À frente da causa desde 2017, quando esteve no DAER levando o pleito dos agricultores, o deputado Sergio Peres deverá solicitar audiência com a Casa Civil do Estado para buscar uma solução. “Estamos correndo contra o relógio para resolver esse problema, haja vista o curto prazo dado pelo governo para a desocupação. Centenas de famílias foram surpreendidas com a decisão que, se levada adiante, vai afetar não só os agricultores, mas a economia de toda a região, que depende das atividades no espaço. Vamos buscar os recursos jurídicos necessários e contamos também com a sensibilidade do Executivo Estadual para essa questão”, afirmou o parlamentar.

Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 | Assembleia Legislativa

sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Quaraí é 10!

Quaraí é 10 com Jeferson Pires prefeito e vice Patrícia Moraes. 

Dia 6 de outubro, as urnas confirmarão a aprovação do povo quaraiense ao trabalho que Jeferson já dedicou à sua terra e à sua gente. E o projeto republicano para o município se consolidará com a eleição dos nossos candidatos a vereador do time 10. Rumo à vitória!


Candidato a vereador

 


Ele está ao lado da comunidade de Quaraí! 

Dia 6 de outubro vereador é Andre Kaus 10000!

Santana do Livramento


Em Santana do Livramento, estamos com Ana Tarouco 22 e Evandro Gutebier, vice-prefeito com uma atuação que tem orgulhado o Republicanos do Rio Grande do Sul.

Em time que tá ganhando não se mexe, temos certeza que no dia 6 de outubro as urnas confirmarão a aprovação popular ao trabalho realizado por esses grandes líderes.

Rainha da Fronteira


Em Bagé, estamos felizes e confiantes no bom desempenho da nossa nominata de candidatos a vereador. Nesta sexta-feira, discutimos propostas de atuação, ouvimos eleitores e acolhemos sugestões da comunidade.

Tivemos a oportunidade de sentir nas ruas a aprovação ao projeto político do Republicanos e a receptividade à chapa encabeçada por Roberta Mércio (PL) prefeita e Geraldo Gomes (PP) vice, que contam com o apoio do nosso partido na corrida eleitoral deste ano.

Universal Bagé


Em roteiro pela Rainha da Fronteira, tive a feliz oportunidade de abraçar os amigos Pr Fabrício e Pr Eder.

Jornal Ibiá


A edição de hoje do Jornal Ibiá, de Montenegro, repercute projeto de minha autoria aprovado nesta semana destacando a relevância da nova lei para a sociedade atual e para as próximas gerações.

TEXTO: A iniciativa do deputado gaúcho Sérgio Peres em transformar a preservação das Abelhas Nativas em ação comunitária talvez esteja sendo subvalorizada; considerada apenas uma ação limitada ao grupo dos Meliponicultores do Rio Grande do Sul.
Contudo, o projeto de lei, se de fato implantado em sua totalidade projetada, representará um benefício ao coletivo. Sem exageros, diante de tantas discussões fúteis e inúteis travadas após a catástrofe climática de maio, esta sugestão de uma atitude proativa é à melhor, inclusive considerando o longo prazo.
Para entender a relevância social e humana das abelhas, seja as nativas que não possuem ferrão ou as "africanizadas" com ferrão, é indispensável descrever a biologia envolvida na existência deste ser minúsculo.
Quando busca nas flores o Pólen que usará na fabricação da doce iguaria que conhecemos por mel, ela realiza uma operação de fertilização entre flores macho e fêmea.
Uma fascinante relação de vida que gira o ciclo de perpetuação das plantas, seja aquelas nativa do bioma, seja as cultivadas pelo ser humano para prover seu alimento.
A verdade é que toda a interferência que estamos realizando no Meio Ambiente está exterminando este agente polinizador, em níveis que acenderam o alerta.
A morte das abelhas significa o início da dizimação da raça humana por meio da fome! Parece trágico, porque de fato será uma tragédia, que será reconhecida somente quando olharmos para a face da dor, repetindo a catástrofe climática de maio.
Certamente a tecnologia deverá socorrer o agro, com técnicas artificiais de polinização, mas não sem elevar custos, ou até alterar a comida que conhecemos.
Inclusive há um mercado de aluguel de colmeias para serem alocadas em meio as plantações devido a ausência das polinizadoras naturais. Irônico pensar que os mesmos gastaram antes com aplicação dos venenos que matam as abelhas.
Agora o setor dos abnegados meliponicultores pede ajuda a todos nós na missão de preservar e reintroduzir as abelhas-sem-ferrão no Meio Ambiente.
O programa Polinizar Cidades quer incentivar as caixas de enxame em cada local possível, salientando que uma colmeia já faz grande diferença.

Edição de 23/08/2024 - Editoria Opinião, página 2.