segunda-feira, 3 de abril de 2017
Auxílio espiritual na prisão
Penitenciária de Canoas recebeu visita de deputados da CEFSIP
O
Módulo 1 da Penitenciária
Estadual de Canoas (Pecan) foi
o local
da última visita técnica realizada pelos deputados Sergio
Peres (PRB) e Missionário Volnei (PR), titulares da Comissão
Especial para tratar da função social das Igrejas nos Presídios e
Centros de Tratamento de Drogadição do Rio Grande do Sul (CEFSIP).
Os parlamentares estiveram nesta segunda-feira (3) na casa prisional
localizada no bairro Guajuviras verificando a estrutura e os
programas de ressocialização colocados em prática pela
instituição.
Com
capacidade para 393 apenados, a penitenciária abriga hoje 370
pessoas. De acordo com o vice-diretor Marcelo Martinelli e com o
chefe de Segurança José Ferreira, a maioria frequenta os cultos
oferecidos diariamente por pastores, evangelizadores ou organizados
pelos próprios detentos da Galeria dos Cristãos, atualmente ocupada
por 124 homens. Voluntários da Igreja Universal e da Sociedade
Bíblica do Brasil percorrem as três galerias prestando assistência
religiosa nas celas. No sábado, cerimônias de batismo são
realizadas no pátio da instituição, onde os apenados também
contam com biblioteca de obras cristãs e Núcleo
Estadual de Ensino de Jovens e Adultos (Neeja), com
Ensino Médio e
Fundamental.
Complementares
ao auxílio espiritual e ao núcleo educacional, a horta comunitária,
as atividades laborais de demanda interna, como cozinha e lavanderia,
oficinas de artesanato, além de parcerias eventuais com empresas que
utilizam a mão de obra carcerária, compõem as principais
atividades voltadas à ressocialização no presídio, onde quase a
metade dos internos exerce algum trabalho. Alguns deles obtiveram
dentro da prisão a sua carteira de artesão ou certificado de curso
de panificação. A atual administração também planeja um programa
especial de reciclagem para a penitenciária, que em março completou
um ano de existência.
Audiência
pública no MPE-RS
Na
próxima segunda-feira(10), uma audiência pública reunirá
parlamentares, representantes do Poder Público e instituições
religiosas na sede do Ministério Público Estadual.
Instalado
em novembro do ano passado, o colegiado presidido por Sergio Peres
tem prazo até maio para ter aprovado em plenário relatório de
trabalho a ser apresentado pelo relator Missionário Volnei. Os
parlamentares percorreram as regiões do Estado verificando condições
de presídios e de centros de tratamento de dependência química a
fim de buscar soluções aos entraves estruturais e burocráticos
enfrentados pelos evangelizadores. A comissão também promoveu
audiências públicas em Porto Alegre, em Santa Maria e em Caxias do
Sul para colher informações e receber sugestões com autoridades
policiais, servidores dos estabelecimentos prisionais e voluntários
das Igrejas.
Jorn. Karine Bertani | MTE 9427 - Assembleia Legislativa RS
domingo, 2 de abril de 2017
Universal Cachoeirinha
sábado, 1 de abril de 2017
Fronteira Oeste
Jornal A Plateia destaca participação de republicanos no Fórum da Política Estadual para Pessoas com Deficiência e Altas Habilidades promovido na última semana em Uruguaiana
sexta-feira, 31 de março de 2017
Santa Cruz do Sul
Sergio Peres e Missionário Volnei
visitam Presídio Regional
| Foram verificadas as condições para realização de assistência religiosa na casa prisional |
Representantes da Comissão Especial para tratar da Função Social das Igrejas nos Presídios e Centros de Tratamento de Drogadição do Rio Grande do Sul (CEFSIP) realizaram nesta sexta-feira (31) visita técnica ao Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. Recebidos pelo diretor Aledison Correia Picolini, pelo chefe de segurança Luciano Pereira Dias e pelo delegado da 8ª DPR Bruno Carlos Pereira, Sergio Peres (PRB) e Missionário Volnei (PR) verificaram as condições estruturais para o trabalho de assistência espiritual oferecido as 29 mulheres e 319 homens que atualmente cumprem pena de privação de liberdade no estabelecimento.
Os detentos recebem assistência religiosa no refeitório do presídio aos sábados, em turno diferenciado para homens e mulheres e de forma alternada pelas igrejas Universal, Assembleia de Deus e Internacional da Graça de Deus. De acordo com o chefe de segurança Luciano Pereira Dias, quase todas as mulheres fazem uso do auxílio espiritual, benefício garantido pela Constituição Federal e pela Lei de Execução Penal (LEP). Para viabilizar a participação masculina nos cultos, a administração do presídio consegue liberar grupos de até vinte homens. “Hoje temos limitações estruturais e o que se coloca em primeiro lugar é a segurança do estabelecimento e dos evangelizadores”, explica Dias.
Além da assistência religiosa, há oficinas de trabalho e atividades laborais de demanda interna da penitenciária que compõem os programas de ressocialização colocados em prática na instituição. Segundo o diretor Aledison Correia Picolini, ainda neste semestre deverá entrar em funcionamento o Núcleo Estadual de Ensino de Jovens e Adultos (Neeja), com ensino médio e fundamental.
“No universo prisional eu só vi transformação significativa na conduta do apenado a partir do vínculo com uma religião”, reconhece a assistente social Graziela Hamann. A afirmação é avalizada pela psicóloga Paula de Almeida, também servidora da casa prisional: “É importante que eles acreditem que existe algo além daqui e que é possível, a partir da reflexão moral e da mudança de comportamento, dar um novo rumo à vida”, avalia.
Presidida por Sergio Peres, a CEFSIP foi criada em novembro do ano passado no Legislativo gaúcho para buscar soluções aos entraves estruturais e burocráticos enfrentados pelos evangelizadores nesses locais. O colegiado tem prazo até maio para ter aprovado em plenário relatório de trabalho a ser apresentado pelo relator Missionário Volnei.
A visita técnica foi acompanhada pelo presidente do Conselho da Comunidade, Roberto Tailor Bandeira, pelo pastor da Assembleia de Deus Jorge Elemar de Souza, pelo representante da Igreja Universal Auri André Back e pela evangelizadora Jaqueline da Silva Machado. A obreira da Igreja Internacional da Graça de Deus relata que as igrejas prestam apoio de toda ordem, desde orientação espiritual até assistência social. “Perante a sociedade, são presidiárias. Mas assim como lá fora as pessoas têm perfis diferentes entre si, aqui também há mulheres com lutas distintas, são mães que querem nos falar dos problemas dos seus filhos. Algumas vezes conseguimos interceder para resolver questões de comportamento na escola, por exemplo”, conta Jaqueline.
A voluntária também observa que há uma relação cooperativa entre as denominações que atuam no estabelecimento. “Nosso trabalho converge para o mesmo fim, que é a recuperação do ser humano. É uma luta coletiva e a gente percebe que é dentro da prisão que algumas pessoas têm contato com uma doutrina religiosa pela primeira vez na vida”.
Na próxima segunda-feira (3) o Presídio Regional de Canoas receberá a visita dos deputados. E no dia 10 de abril uma audiência pública reunirá parlamentares, representantes do Poder Público e instituições religiosas na sede do Ministério Público Estadual.
Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 | Assembleia Legislativa
quinta-feira, 30 de março de 2017
Uruguaiana
Acessibilidade
quarta-feira, 29 de março de 2017
Folha de Caxias
segunda-feira, 27 de março de 2017
CEFSIP em Guaíba
Penitenciária Estadual
Feminina de Guaíba recebe visita técnica da CEFSIP
| Chefe de Segurança Rose Rangel, Missionário Volnei, diretora Adriana Gós e Peres |
Os deputados Sergio Peres (PRB) e Missionário Volnei
(PR) estiveram nesta segunda-feira (27) em Guaíba com o intuito de
verificar as condições estruturais da Penitenciária Estadual Feminina para o
trabalho de assistência espiritual oferecido às 265 mulheres que atualmente
cumprem pena de privação de liberdade no estabelecimento. A visita técnica
integra as atividades da Comissão Especial para tratar da função social das
Igrejas nos Presídios e Centros de Tratamento de Drogadição do Rio Grande do
Sul (CEFSIP), criada em novembro do ano passado no Legislativo gaúcho para
buscar soluções aos entraves estruturais e burocráticos enfrentados pelos
evangelizadores nesses locais. O colegiado presidido por Sergio Peres tem prazo
até maio para ter aprovado em plenário relatório de trabalho a ser
apresentado pelo relator Missionário Volnei.
“São os homens de preto?” “É dos Direitos Humanos?” As
perguntas gritadas que se ouvem das galerias denota o cotidiano de espera das
detentas por algum indicativo institucional que sinalize a possibilidade de um
novo rumo no cumprimento da pena. De acordo com a administração do presídio, a
maioria das apenadas frequentam as reuniões de auxílio espiritual oferecidas
aos sábados no pátio da prisão por quatro instituições religiosas, que se
alternam a cada semana. O estabelecimento também conta com Núcleo Estadual de
Ensino de Jovens e Adultos (Neeja), que oferece Ensino Fundamental.
Segundo a diretora Adriana Gós da Silva, já houve
parceria com a iniciativa privada para a confecção de roupas. Mas desde o
fechamento da empresa, as atividades laborais no presídio são de demanda
interna, como a cozinha, que conta com mão de obra carcerária. Recentemente foi
disponibilizado curso de corte e costura e o maquinário deverá permanecer na
casa prisional, o que alimenta a esperança das detentas e da administração em
aparecer empresas dispostas a estabelecer convênio com a Penitenciária. “Além de
ser uma mão de obra barata, há vantagem direta para a imagem social da empresa
que gera trabalho e renda às detentas. E quando uma egressa da carceragem está
apta a exercer uma profissão, há ganhos não só a ela e a sua família, mas a
toda a sociedade”, avalia o delegado da 9ª DPR Ricardo Cassal, que acompanhou a
visita.
Somado ao baixo efetivo de servidores na Penitenciária
de Guaíba, a população carcerária feminina tem perfil que exige mais esforço à
administração, conforme relatam a chefe de Segurança Rose Rangel e a auxiliar
Simone Naressi. “Elas têm necessidades diferenciadas, especialmente no que diz
respeito a material de higiene. A demanda é bem superior que a masculina e não
haveria condições de atender, ainda que de forma precária, não fosse a arrecadação
em campanhas que a gente faz”, afirma Rose. A agente também lembrou que o
auxílio espiritual se faz ainda mais necessário hoje, já que as mulheres têm
ingressado na prisão cada vez mais jovens, e de personalidade mais agitada.
Na próxima sexta-feira (31) o Presídio Regional
de Santa Cruz do Sul receberá a visita dos parlamentares. A Comissão também
estará em um dos presídios da 1ª DPR no dia 3 de abril e no dia 10 uma
audiência pública reunirá parlamentares, representantes do Poder Público e instituições
religiosas na sede do Ministério Público Estadual.
Jorn. Karine Bertani - MTE 9427 | Assembleia Legislativa
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