terça-feira, 27 de dezembro de 2016
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
domingo, 25 de dezembro de 2016
sábado, 24 de dezembro de 2016
Papiloscopistas
Nova nomenclatura aprovada
A Assembleia Legislativa aprovou ontem a emenda de autoria do deputado Sergio Peres (PRB) ao projeto de lei número 250/2016, do Executivo, estabelecendo a reclassificação da carreira de papiloscopista do InstitutoGeral de Perícias (IGP), que terá sua denominação modificada para perito papiloscopista. A reivindicação encaminhada pela Associação dos Papiloscopistas do Estado (Aspapi/RS) ao parlamentar considera as atribuições exigidas para o exercício das funções desempenhadas pelos servidores.
A proposição introduz modificações na lei número 14.519/2014, que dispõe sobre o Plano de Classificação de Cargos e Vencimentos do IGP. A troca de nomenclatura, acentuaram integrantes do sindicato, confirma os papiloscopistas como peritos de fato e de direito. Após a votação, servidores do IGP comemoraram a vitória ao lado do autor da proposta. A perícia papiloscópica é o exame de impressões digitais que abrange a perícia de local de crime, a necropapiloscópica e a de identificação civil.
“É um ofício de responsabilidade diferenciada, pois os papiloscopistas atuam na expedição de laudos muitas vezes decisivos para a identificação da autoria de crimes, exercendo um trabalho fundamental para o êxito dos procedimentos policiais e judiciais”, avaliou Peres. Além do Rio Grande do Sul, os estados do Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Roraima já usam a nova nomenclatura.
Editoria Polícia | Pág. 18
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Papiloscopistas comemoram
Aprovada proposta de Sergio Peres reconhecendo carreira
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| A troca de nomenclatura confirma a categoria dos papiloscopistas como peritos de fato e de direito |
Porto Alegre (RS) – A Assembleia Legislativa gaúcha aprovou nesta quinta-feira (22), a emenda de autoria do deputado Sergio Peres (PRB-RS) ao Projeto de Lei nº 250/2016, do Poder Executivo, estabelecendo a reclassificação da carreira dos Papiloscopistas do Instituto-Geral de Perícias (IGP), que terão sua denominação modificada para Perito Papiloscopista.
A reivindicação encaminhada pela Associação dos Papiloscopistas (ASPAPI/RS) ao parlamentar considera as atribuições exigidas para o exercício das funções desempenhadas pelos servidores. A proposição introduz modificações na Lei nº 14.519/ 2014, que dispõe sobre o Plano de Classificação de Cargos e Vencimentos do IGP.
A troca de nomenclatura confirma a categoria dos Papiloscopistas como Peritos de fato e de direito. Após a votação, servidores do IGP comemoraram a vitória no Parlamento ao lado do autor da proposta.
A Perícia Papiloscópica é a perícia em impressão digital que abrange a perícia de local de crime, a necropapiloscópica e a de identificação civil. “É um ofício de responsabilidade diferenciada, pois os papiloscopistas atuam na expedição de laudos muitas vezes decisivos para a identificação da autoria dos crimes, exercendo um trabalho fundamental para o êxito dos procedimentos policiais e judiciais”, avalia Peres.
Além do Rio Grande do Sul, já aderiram à alteração os estados do Acre, Espirito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Roraima.
Jorn. Karine Bertani / Assembleia Legislativa
Foto: Leandro Raupp
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Cachoeirinha comemora
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Tribuna
De acordo com Peres, secretário
Feltes ofende povo cristão
O deputado estadual Sergio Peres
(PRB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa gaúcha nesta
segunda-feira (19) para rebater as declarações do secretário da Fazenda do Estado, Giovani Feltes. O parlamentar
afirmou compartilhar da surpresa e indignação das pessoas que tomaram
conhecimento da palestra de Feltes em Carlos Barbosa, na serra gaúcha, ocasião
em que o secretário falou do poder eletivo do tráfico e das igrejas, conforme
informações divulgadas pela imprensa.
“Feltes coloca as igrejas ao lado do tráfico no sistema
de representatividade. A que tipo de segmento o senhor designa homens e
mulheres que praticam a sua fé?” questionou Sergio Peres. De acordo com o
deputado, ao contrário das igrejas, o tráfico é responsável por abrir uma chaga
social. “Traz com ele os danos à saúde, a violência, a criminalidade e o
sofrimento de famílias que sepultam seus filhos”, rebateu.
Ao defender as igrejas de todas
as denominações, Peres lembrou que a Assembleia Legislativa instalou neste mês
uma comissão especial para tratar da função social das igrejas na
ressocialização de apenados. “As igrejas não são criminosas, senhor secretário.
Lá dentro dos presídios do nosso Estado,
onde deveriam estar os traficantes que Vossa Excelência cita, estão os
voluntários de igrejas. Eles estão em lados
opostos da trincheira, mesmo com a precariedade da estrutura oferecida pelo
Estado que o senhor representa”, protestou.
Sergio Peres também lembra que o
secretário, que se apresentou divorciado de qualquer segmento, afirmou que
nunca perdeu uma eleição, “graças a Deus”. O deputado também lembrou que “esse secretário que se diz enviado por Deus afirma que
anjos não se elegem. Talvez esteja falando dos processos a que responde”,
disparou.
Pastor licenciado, o deputado confessou se sentir pessoalmente atacado pelas acusações de Feltes aos cristãos. “Que as pessoas continuem livres para exercer a sua fé, para lutar pelo que acreditam, para libertar a alma do seu próximo, mesmo onde liberdade não há”, completou.
Jorn.
Karine Bertani - MTE 9427 | Assembleia Legislativa
Foto
Guerreiro (Agência AL)
sábado, 17 de dezembro de 2016
Em defesa do Meio Ambiente!
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