quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Santa Cruz do Sul
Peres quer impedir fechamento
de classes especiais para surdos
O
risco de extinção de classes especiais para surdos na Escola
Estadual Rosário de Surdos de Santa Cruz do Sul levou o deputado
Sérgio Peres (PRB) ao município nesta segunda-feira (1º) para
audiência com a diretoria, funcionários e integrantes da comunidade
surda.
Na
última semana, um documento expedido pela 6ª Coordenadoria Regional
de Educação (CRE) comunicou o fechamento das classes específicas
para surdos do 6º ao 9º ano já para o ano letivo de 2016. Os
alunos passarão a ter aulas em turmas mistas, com colegas ouvintes,
medida considerada excludente pelos pais dos alunos surdos, já que
nas classes especiais esses estudantes têm como primeira língua a
Libras (Língua Brasileira de Sinais).
“Muitos
estudos já demonstraram que o processo de aprendizagem pleno se dá
quando se respeita a língua do aluno, e no caso dos surdos é a
Libras, que é uma língua oficial brasileira. O Executivo Estadual
precisa respeitar as diferenças e compreender que todos têm o
direito de acesso à educação”, protestou o professor Cristian
Strack, representante da comunidade surda estadual, que também
participou do encontro.
“O
fechamento das classes para surdos representa um retrocesso para a
educação e para a cidadania dos surdos. As políticas de inclusão
têm sido elaboradas por uma perspectiva dos ouvintes e não dos
surdos que, quase sempre, são ignorados nesse processo. O que
conseguimos avançar com muita luta está sendo tirado de forma
arbitrária, sem a participação dos principais interessados”,
lembrou a diretora da Escola Estadual Pe Reus de Esteio, Lucimeia
Gall Koning.
Peres
prontificou-se em levar, com representantes da comunidade surda, a
questão ao secretário de Educação do RS Vieira da Cunha.
“Misturar turmas tendo-se a língua portuguesa como principal forma
de comunicação nos faz questionar se a inclusão significa integrar
o surdo realmente. Eu tenho aprendido com o relato dos surdos que a
expressão correta para as experiências desenvolvidas não é
inclusão, e sim uma forçada adaptação com a uma situação
imposta”, aduz o parlamentar.
Sobre
a Libras
A
Libras é a língua de sinais reconhecida pela Lei nº 10.436 de 2002
como meio de comunicação e expressão de comunidades de surdos do
Brasil, e está incluída no grupo das línguas oficiais
brasileiras.
Classificá-la
como língua foi possível porque ela preenche requisitos
científicos, como o funcionamento gramatical e enunciativo próprio
e está associada a uma produção discursiva específica. A
caracterização de Libras como brasileira está de acordo com o fato
de que ela é diferente de outras línguas de sinais praticadas em
outros países.
O
reconhecimento de Libras como sendo a língua da comunidade de
pessoas surdas do Brasil, trouxe consigo regulamentações que
procuram garantir a sua circulação no território nacional. Dessa
maneira, a lei também passa a incidir sobre o funcionamento de
instituições, de forma a garantir que o poder público em geral e
empresas concessionárias de serviços públicos como saúde,
segurança e educação desenvolvam formas de apoiar o seu uso e sua
difusão.
Fonte: Jorn. Karine Bertani - MTE 9427 | Assembleia Legislativa
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Pé na estrada!
Diário de Canoas
Momentos
antes da filiação oficial ao PRB, na quarta-feira, a vice-prefeita
Beth Colombo recepcionou, com frutas, suco e pães de queijo, junto
com o prefeito Jairo Jorge, o presidente nacional dos republicanos,
Marcos Pereira, e os deputados Carlos Gomes e Sérgio Peres, entre
outros representantes do partido e apoiadores. O clima foi cordial e
de troca de elogios.
Marcos Pereira disse estar muito contente
com a chegada de Beth ao PRB e
que a sigla pretende conquistar 300 prefeituras no país. No Rio
Grande do Sul Canoas é a maior aposta. Depois do lauto encontro, foi
a vez de ir para o Caça e Pesca assinar ficha. A fidelidade e
parceria de Beth foram bastante citados pelo prefeito Jairo Jorge.
Disse, inclusive, que os dois nunca tiveram rusgas.
MÁRIO
JORGE? SE QUISER SER VICE, TEM QUE SER
Um
dos momentos de maior descontração foi quando o deputado Sergio
Peres(PRB), ao cumprimentar a mesa de autoridades, saudou o
secretário Mário Cardoso (aliás, o único secretário municipal
ali), chamando-o de Mário Jorge. Ao ser corrigido, brincou: "Mário
Jorge sim. Se quer ser vice tem que ser Jorge."
Edição do
Diário de Canoas de sexta-feira (29/01)
Colunista Iara Gonçalves | Pág. 4
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
Dia do Aposentado
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Presídios
É
preciso acreditar no ser humano, na mudança de atitude e no resgate
da dignidade por meio do trabalho.
A
profissionalização de internos do sistema penitenciário gaúcho é
o tema do projeto apresentado pelo advogado Robles Mendes Torres, em
reunião com o deputado Sergio Peres e com o coordenador de
Evangelização Carcerária da Universal, Demétrio Fernandes.
É
nosso dever não só acreditar, mas apoiar todas as iniciativas que
possam recuperar o ser humano, pelo bem dele, da sua família e de
toda a sociedade.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Praia Acessível
domingo, 3 de janeiro de 2016
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
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