quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Audiência pública na Assembleia Legislativa debaterá reivindicações da cadeia produtiva do mel

 



Na próxima segunda-feira (26), a Assembleia Legislativa sediará a última audiência pública da Comissão Especial da Apicultura e Meliponicultura, colegiado presidido pelo deputado estadual Sergio Peres (Republicanos). Foram convidados representantes do Poder Executivo Estadual, instituições de ensino e pesquisa, municípios, entidades associativas de produtores rurais, órgãos de assistência técnica, apicultores e meliponicultores (criadores de abelhas-sem-ferrão).

 

“Desde outubro do ano passado, estamos percorrendo municípios e ouvindo produtores para a construção coletiva de um plano permanente de desenvolvimento do setor. O próximo encontro será decisivo para a deliberação da síntese da pauta reivindicatória que estamos reunindo para levar ao Poder Executivo Estadual e ao Governo Federal”, prevê Peres.  O debate está marcado para as 14h, na Sala João Neves da Fontoura (Plenarinho), quarto andar do Palácio Farroupilha – Praça Marechal Deodoro, 101, no Centro Histórico de Porto Alegre.

 

A comissão temporária foi criada no ano passado, por iniciativa de Sergio Peres, com o propósito de estimular a produção e a comercialização de mel e seus subprodutos, diminuir entraves aos trabalhadores que quiserem ingressar na atividade, além de fortalecer e expandir o trabalho desenvolvido por órgãos de assistência técnica, instituições de ensino, pesquisa e extensão.

 

Foram realizadas visitas técnicas aos meliponários Farroupilha, de Guaíba, e Mel e Cravo, de Viamão; à sede da Associação Novamel e à propriedade de Orlando Morshel (Mundo das Abelhas), ambos no município de Nova Petrópolis; à empresa Favo de Mel, em Marques de Souza; ao Parque das Abelhas de Bento Gonçalves; ao campus da UERGS de São Luiz Gonzaga e ao Apiário Padre Assis, em Santiago.  Além das visitas, foram promovidas audiências públicas e reuniões temáticas nos municípios de Bento Gonçalves, Pinhal, Independência, Porto Xavier, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul, Cambará do Sul e Santiago.

 

Composição

 

São titulares da comissão os deputados Sergio Peres (Republicanos), que preside o colegiado; o vice-presidente Elton Weber (PSB); o relator Cláudio Tatsch (PL); Airton Artus (PDT); Airton Lima (Podemos); Dr. Thiago Duarte (União Brasil); Elizandro Sabino (PTB); Frederico Antunes (PP); Gaúcho da Geral (PSD); Issur Koch (PP); Professor Bonatto (PSDB) e Zé Nunes (PT).


Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 |  Foto: Vinícius Reis

 

SEBERI


O vereador Jânio Guilherme Queiroz, de Seberi, sabe que eu gosto de um mate e me trouxe erva de presente! Fiquei faceiro!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Agendas desta quarta-feira:


As iniciativas para o desenvolvimento dos municípios esteve na centralidade dos trabalhos de hoje no gabinete.


- Sério te espera sorrindo! – A comissão organizadora da 2ª Festa da Pitaya convida para este grande evento de promoção do desenvolvimento regional no município de Sério. Será de 7 a 10 de março, com entrada franca em todos os shows.

- Recebi comitiva de Independência liderada pelo coordenador do Republicanos no Noroeste do Estado, Candido Staziaki.

- O atendimento à população de Áurea esteve na pauta de reunião com líderes municipais.

- Vereadores de Guaporé, Santa Rosa e Venâncio Aires estiveram no gabinete para apresentar reivindicações locais.

- Troféu Mulheres da Década: Recebi o vice-prefeito Lairton Heineck e as representantes do Grupo Independente de Comunicação, Aline Silva e Josi Müller, que convidam para este grande evento de premiação que reconhece a contribuição da trajetória de 11 mulheres de destaque em áreas de atuação diversas no Vale do Taquari. A solenidade é no dia 7 de março, às 19h, no Clube Tiro e Caça de Lajeado.




terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Cachoeirinha


Temas de interesse da população pautaram audiência com comitiva do município integrada pelo líder da comunidade Maico do Posto; pelo republicano Xiruzinho, pelo empresário do ramo esportivo Ronaldo Medeiros e pela chefe de gabinete do secretário Nerisson Oliveira, Kelly Soares. A reunião foi acompanhada pela minha assessora parlamentar Eliziane Borba.

Saúde


Satisfação em receber a minha amiga enfermeira Alessandra Eifler, servidora do posto de Saúde Décio Martins Costa, de Cachoeirinha, com quem tratei de demandas de Saúde da comunidade durante reunião realizada na terça-feira, com a participação da assessora parlamentar Eliziane Borba.

Litoral


Recebi, nesta terça-feira, o coordenador do Republicanos do Litoral Norte, Anderson Pavão, e o representante da TV Litoral, Everton Borges, que estiveram em meu gabinete apresentando demandas da comunidade. Durante a reunião, prestei contas sobre meu trabalho na presidência da Comissão Especial de Apicultura e Meliponicultura. No ano passado, estive em Pinhal com produtores, Emater, e autoridades municipais para ouvir as reivindicações do setor.

As solicitações feitas pelos apicultores do litoral resultaram em projetos de lei que protocolei na Assembleia Legislativa em prol da cadeia produtiva do mel. Essas proposições e outros encaminhamentos do setor serão reunidos e apresentados na próxima segunda-feira, dia 26, a partir das duas da tarde, em audiência pública na Assembleia Legislativa aberta a todos que tiverem interesse em participar.

Segurança Pública


Parabéns ao Tenente Coronel Vinicios Ayres, que em breve assumirá o comando do 17° Batalhão da Brigada Militar de Gravataí. Tive a honra de receber o convite para a solenidade de posse e desde já faço votos de êxito nesta nova missão.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Produtores do Vale do Jaguari apresentam pleitos à Comissão Especial de Apicultura e Meliponicultura


 

As alternativas para promover a cadeia produtiva do mel e para combater episódios de mortandade de abelhas estiveram no centro do debate promovido nesta segunda-feira (19), em Santiago, pela Comissão Especial de Apicultura e Meliponicultura (criação de abelhas-sem-ferrão).   A audiência pública realizada nas dependências da Escola Primo Pozzatto, na Linha 8, zona rural do município, foi conduzida pelo presidente do colegiado, deputado estadual Sergio Peres (Republicanos). Participaram líderes de entidades associativas de produtores rurais, dirigentes de órgãos de assistência técnica, representantes do Governo do Estado, autoridades municipais da região, apicultores e meliponicultores da região do Vale do Jaguari. 


Foram apresentados os projetos de lei protocolados na Assembleia Legislativa a partir de sugestões trazidas pelos produtores desde a instalação da Comissão, em outubro do ano passado. “Estamos não só ouvindo os apicultores e instituições, mas também conhecendo iniciativas criadas nos municípios para alavancar essa atividade tão importante para a economia do nosso Estado, para a alimentação humana e para a preservação da vida no planeta. O mel é essencial para o consumo humano, mas estamos comprometidos também em alavancar a elaboração e a comercialização dos seus subprodutos, agregando valor ao trabalho dos nossos produtores”, pontuou Sergio Peres, ao abrir o evento. As reivindicações dos participantes constarão no relatório final dos trabalhos da Comissão e serão levadas ao Poder Executivo Estadual e ao Ministério da Agricultura, com vistas à construção de um plano permanente de desenvolvimento da cadeia produtiva. 


O presidente da Câmara Setorial de Apicultura, Patrick Luderitz, apresentou o trabalho desenvolvido pelo órgão vinculado à Secretaria Estadual da Agricultura e falou da intenção manifestada pelo segmento de não dissociar a criação de abelhas em apicultura e meliponicultura, termos utilizados para definir a mesma atividade, com igual importância econômica e ambiental – e que dependem das mesmas políticas para o seu pleno desenvolvimento. Ele também destacou o papel da Comissão na articulação das pautas defendidas pela Câmara Setorial. “Muitas soluções que nós estamos construindo com os produtores passam, necessariamente, pela legislação. Nessa direção, reconhecemos a importância da existência de um colegiado específico dentro do Poder Legislativo para dialogar e conduzir as matérias de interesse do setor”, reconheceu. Já o secretário de Agricultura de Santiago, Ademar Canterle, lembrou a vocação apícola do município, considerado o berço da Apicultura do Rio Grande do Sul o que, de acordo com ele, reforça a importância do diálogo com o segmento da região para expandir a atividade. 


Profissionalização do setor 


Ao fazer referência ao projeto de lei que inclui o mel na cesta básica dos gaúchos e à proposição que insere o produto na merenda escolar, o chefe do escritório da Emater de Santiago Dairton Levandowski lembrou que o mel tem grande potencial de comercialização quando consideramos o consumo nas Forças Armadas e em ações de assistência social para famílias em situação de vulnerabilidade, mas alertou para as dificuldades de profissionalização do setor. “Hoje, não é possível conceber a oferta do produto em garrafas pet. Precisamos vender com rótulo e formalizar nossa agroindústria”, defendeu. Na mesma direção, o presidente da Federação Apícola do Rio Grande do Sul (FARGS) Davi Vicenço, destacou a importância da criação de abelhas enquanto alternativa de renda às famílias e o seu papel na permanência das pessoas no campo. “É um setor rentável, mas temos que unir a apicultura e a meliponicultura, com ações capazes de estimular e atrair os jovens para essa atividade”, observou. 


Representando a Casa Civil do Estado, Mareli Vogel falou sobre a relevância que está sendo dada ao tema pelo governo atual e anunciou a regulamentação da legislação que dispõe sobre a Meliponicultura. “Muita gente começa a atividade como hobby, mas pode ser fonte no orçamento do trabalhador. O mel tem valor para nós, mas precisa também ter um valor econômico, pois é alternativa de renda e a atividade é essencial ao meio ambiente. Por isso, há um compromisso do Executivo Estadual em regulamentar a lei a partir das ideias que são apresentadas pelos agentes do setor”, ponderou. A decisão do governo foi ratificada pela bióloga Isa Carla Osterkamp, que representou a Secretaria Estadual do Meio Ambiente na audiência pública.  “Estamos juntos com vocês para regulamentar o decreto dos meliponídeos, publicado em dezembro do ano passado. Sabemos que ainda há coisas faltando, mas consideramos um passo inicial. Pretendemos avançar em outras questões, como das espécies, e nesse momento precisamos da união de forças entre instituições e produtores para fortalecer a atividade, pois há um universo que envolve essa cadeia – tem os benefícios de saúde, o potencial econômico, as questões educativas e a importância ambiental”, descreveu. 


Mortandades de abelhas 


Alguns produtores relataram a dificuldade em evitar ocorrências de extermínio de abelhas por agroquímicos de uso nas lavouras e foi consensual o posicionamento em defesa da criação de mecanismos de controle para evitar a contaminação. A esse respeito, manifestaram a urgência para a aprovação do Projeto de Lei 561/2023, que estabelece regras para a pulverização de defensivos agrícolas no Rio Grande do Sul.


“Em 2018, tivemos envenenamento de abelhas num raio de 12 quilômetros.  Foram mais de trezentas colmeias perdidas no auge da safra e desde lá eu não me equilibrei mais, as dívidas acumulam”, lamenta o apicultur Ailton Bressan, do município de Mata. Somado à perda, ele relata a falta de respaldo ao produtor, que precisa arcar com custos para a recuperação, os processos judiciais não andam, não há fiscalização e ninguém é responsabilizado pelo prejuízo.


A esse respeito, o técnico da Inspetoria Veterinária de Itacurubi,  Orimar Rigon Chaves, esclareceu que, imediatamente à comunicação de contaminação, é feita a coleta de material para análise nas propriedades, mas a estrutura é insuficiente para a alta demanda. “Quando há denúncia nós vamos ao local, coletamos terra e folha, enviamos para a análise em Santa Maria, acompanhamos as circunstâncias que envolvem a contaminação, mas hoje somos três agrônomos para 27 municípios da regional de São Luiz Gonzaga, o que compromete a assistência”, explica.


O apicultor Vitor Piccoli Kronemberger, que produz rainhas em Ijuí, chamou a atenção para a necessidade de simplificar as ações visando à garantia da sanidade das colmeias. “Eu lido com lavoura e com abelhas. Sabemos que um produtor não pode ficar uma hora na frente do computador para comunicar a aplicação de um produto. Existe a disposição de todos em colaborar, mas é preciso facilitar o cadastro de propriedade, de localização, considerando ações do vento e com tempo de tolerância para que os apicultores possam fazer o manejo adequado. Nós precisamos, acima de tudo, nos comunicar mais, avisar o produtor da existência de colmeias próximas, compartilhar nossas experiências, mostrar as iniciativas que estão dando certo, é assim que se constrói”, sugeriu.


O presidente do Parque Apícola de Taquari, Ademir Haettinger, frisou a importância de incluir o fabricante do defensivo no rol dos responsáveis por evitar a contaminação de abelhas.  “Estamos focando em quem aplica o defensivo, mas o cuidado das abelhas deve ser de todos. Quem fabrica o insumo precisa participar da construção de práticas corretas em todas as etapas do processo, do comércio ao consumidor final”, alertou Haettinger, que é apicultor em Bossoroca. A proposta foi endossada por Piccoli: “Nos conteúdos dos cursos realizados pelo fabricante poderia constar a relação do uso com a mortandade das abelhas e as formas de prevenção, como o uso noturno. Quanto mais informação, melhor”. 


O extensionista da Emater de Santiago, Otávio Mendonça Poleto,  observa que a proteção das abelhas começa pelo cadastramento das propriedades. “O número de colmeias ainda é impreciso, temos dificuldade de mapeamento. O sojicultor não quer prejudicar o apicultor, longe disso, mas ele precisa saber a respeito das criações, é necessário haver essa comunicação. Assim, nós podemos orientar sobre a aplicação, senão ele fica sabendo só depois que já aconteceu a mortandade. E temos que afinar a questão da legislação para facilitar essa convivência, deixando menos burocráticos os passos para o cadastramento”, sugeriu.


Apicultor há 56 anos, Adi Pozzatto também defendeu a coexistência harmônica entre as culturas. “A gente não fica tranquilo quando um apicultor perde as suas colmeias, seja por questão climática, ou por mau uso de defensivos. Não podemos esquecer que a apicultura é agronegócio. Quando a apicultura não está bem, o agronegócio também fica prejudicado, pois a abelha é essencial na polinização, mas ainda há pouco conhecimento a respeito desse processo – e disseminar a informação tem que ser prioridade”, sustentou o fundador do Apiário Padre Assis, o mais antigo do Rio Grande do Sul. O produtor relatou um levantamento feito em propriedades onde não há mortandades, com trabalho de polinização em vários municípios da região. “Ou seja, tem como produzir milho, soja, carne, sem matar a abelha. Quando se consegue isso, se conquista o progresso”, concluiu.


Seguro apícola


Foi aventada a possibilidade de criação de políticas de amparo ao produtor em períodos de adversidades e de perda de colmeias. A instituição de um seguro apícola, similar aos programas existentes para outras culturas agrícolas, foi apresentado pelos participantes como alternativa para evitar o abandono da atividade nas propriedades rurais. “Temos que criar um fundo para a abelha. Quando o animal morrer, dar assistência ao produtor, temos que organizar a casa se quisermos que a apicultura se mantenha, propôs Haettinger. 


Ao final de março deste ano, encerra-se o prazo para a Comissão Especial de Apicultura e Meliponicultura reunir a pauta reivindicatória do setor, votar relatório final em plenário e encaminhar as propostas da cadeia produtiva do mel ao governo estadual, governo federal e órgãos de regulação.


Presenças

Também participaram da audiência pública o vereador de Santiago,  Fernando Silveira de Oliveira, que preside a Associação Regional Santiaguense de Apicultura (ARSA);  os representantes da Associação Cacequiense dos Criadores de Abelhas (ACCAMEL), Clara da Rosa Rosado e Luiz Mário Rosado; o tenente Monteiro, representando a Patran; o extensionista da EMATER Otávio Poletto; a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mata, Sandra Della Giustina; o representante do SENAR de Santiago, Alisson Costa de Oliveira; apicultores e meliponicultores de Santiago, Nova Esperança do Sul, Jaguari, Itacurubi, São Pedro do Sul, Taquari, Mata, Cacequi, São Vicente do Sul e Ijuí. 


Composição 


São titulares da comissão os deputados Sergio Peres (Republicanos), que preside o colegiado; o vice-presidente Elton Weber (PSB); o relator Cláudio Tatsch (PL); Airton Artus (PDT); Airton Lima (Podemos); Dr. Thiago Duarte (União Brasil); Elizandro Sabino (PTB); Frederico Antunes (PP); Gaúcho da Geral (PSD); Issur Koch (PP); Professor Bonatto (PSDB) e Zé Nunes (PT).


Fonte: Jorn. Karine Bertani | MTE 9427 | Assembleia Legislativa

Comissão de Apicultura e Meliponicultura visita Apiário Padre Assis, em Santiago


É na Linha 8, zona rural do município de Santiago, que está o berço da apicultura do Vale do Jaguari. A história do Apiário Padre Assis iniciou em 1966, quando o jovem Adi Pozzato recebeu cinco colmeias do modelo Shenk, entregues de presente pelo pároco da comunidade na época – o Padre Assis – que lhe ensinou a lida com as abelhas. “Mas eu conheço esse bicho desde os quatro anos”, lembra Seu Adi, como é conhecido na localidade. Prestes a completar 80 anos, o apicultor segue no comando da empresa, cumprindo a missão despertada pelo padre desde a juventude. O negócio iniciado com cinco caixas reúne, hoje, mais de mil e trezentas colmeias, distribuídas em 13 hectares da floresta de plantas melíferas criada pelo Seu Adi. “A abelha é a menina dos meus olhos. Esse trabalho é a minha cachaça”, admite emocionado.


O presidente da Comissão Especial de Apicultura e Meliponicultura da Assembleia Legislativa, deputado estadual Sergio Peres (Republicanos) conversou com o Seu Adi e funcionários do apiário durante visita técnica nesta segunda-feira (19) para conhecer as instalações e o trabalho desenvolvido no local. Atualmente, nove profissionais são responsáveis por cumprir todas as etapas de elaboração – da coleta do mel ao envase e fabricação de subprodutos, atendendo desde pequenos estabelecimentos até grandes redes, como o Grupo Zaffari, cliente há 34 anos. Para a venda direta ao consumidor estão disponíveis a página na internet e a loja física no centro de Santiago, onde são oferecidos itens como o mel silvestre, a cerveja de mel Pozzatto, vinagre de mel, mel orgânico, extratos de própolis, pólen alimentício, biscoito de mel, cosméticos diversos, além de equipamentos para profissionais de apicultura e meliponicultura (criação de abelhas-sem-ferrão). O Apiário Pozzatto é o único do Rio Grande do Sul a fornecer a geleia real, substância elaborada pelas abelhas operárias para alimentar a abelha-rainha. O produto tem alto valor na indústria alimentícia e de medicamentos por sua composição complexa e rica em proteínas e vitaminas.


Mas o patrimônio mais valioso da propriedade familiar é o conhecimento difundido no trabalho, nos estudos e experiências de quem vive a apicultura diariamente. O administrador da empresa, Cristiano Rossignolo, sobrinho do Seu Adi, informa que outros apiários foram criados e estão consolidados na região por profissionais formados no Apiário Padre Assis, que aprendem o ofício na empresa e depois iniciam seus próprios negócios.  O empreendimento é referência em melhoramento genético de rainhas, assistência técnica a apicultores, venda e instalação de colmeias e consultoria a pessoas interessadas em ingressar na atividade, servindo, também, de ambiente de estágio para estudantes de Agronomia, Veterinária, Zootecnia, Nutrição e Biologia. “A apicultura não é apenas uma atividade que gera empregos, renda, e desenvolvimento local. A apicultura é uma paixão, que nos conecta com a natureza, com a polinização feita pelas abelhas. É um trabalho que une as pessoas, as torna mais felizes e saudáveis”, avalia Seu Adi.


Fonte: Jorn. Karine Bertani MTE 9427 | Assembleia Legislativa

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Time Sergio Peres


Reunião de equipe #MandatoSergioPeres

Temos muito trabalho pela frente em 2024, seguimos juntos com #FéNoRioGrande